Best-seller no mercado chinês, o compacto repete o sucesso internacional por aqui. Com ótimo custo-benefício, é atualmente, o terceiro automóvel a bateria mais emplacado no mercado brasileiro, atrás apenas dos BYD Dolphin e Dolphin Mini no acumulado do ano.
Atualmente com 43 concessionárias e 13 pontos de venda em shoppings, a Geely pretende fechar o ano com uma cobertura de 90% do território nacional. Além do hatch, a Geely comercializa também o SUV médio EX5, nas variações elétrica e híbrida plug-in (EM-i).
E dona de uma participação de 26,4% na filial brasileira da Renault, a fabricante chinesa se prepara para iniciar - ainda em 2026 - a montagem local dos modelos EX2 e EX5 EM-i, na fábrica da marca francesa em São José dos Pinhais (PR).
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A primeira vida da Geely no Brasil
Não sei se você se lembra, mas essa é a segunda tentativa da Geely de acessar o mercado brasileiro de automóveis. Entre 2014 e 2016, a fabricante chinesa marcou presença no nosso mercado pelas mãos do Grupo Gandini, que também representa a sul-coreana Kia Motors no Brasil.Dois modelos da Geely foram vendidos nessa primeira fase: o subcompacto GC2 - que era equipado com um motor 1.0 de três cilindros e 68 cv de potência, e era um dos automóveis mais baratos do Brasil -, e o sedã médio EC7, comercializado com um propulsor 1.8 de 130 cv de potência.
Mas, diferentemente de hoje, o mercado brasileiro era muito mais resistente aos carros fabricados na China, o que contribuiu para o baixo volume de vendas e para a interrupção nas vendas dos Geely em 2016.
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