Ainda agregou alguns equipamentos importantes como assistência ao motorista (ADAS, em inglês) de nível 2, seis airbags, multimídia com conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, faróis full-LED, abertura elétrica do porta-malas e quadro de instrumentos 100% digital.
Introduziu também algumas modificações estéticas, em especial na grade de sete fendas, para-choque, faróis de neblina, rodas de 18 polegadas e na traseira a ligação iluminada das estreitas lanternas. No interior, apenas o banco do motorista tem ajuste elétrico, mas os materiais de acabamento são bons e o amplo espaço no banco traseiro continua (terceiro banco com limitações óbvias).
O Jeep Commander tem 4,76 metros de comprimento, 2,79 metros de entre-eixos, 1,95 metro de largura, 1,68 metro de altura, 21,1 centímetros de vão livre e porta-malas com capacidade para 233 a 661 litros (destaque no segmento). Sem alterações de motor e câmbio: turbo flex, 176 cv de potência e 27,5 kgfm de torque (gasolina ou etanol); transmissão automático epicíclico de seis marchas. O consumo, no padrão Inmetro, oscila entre 6,9 km/l (etanol) e 10 km/l (gasolina) na cidade, e enre 8,3 km/l (etanol) e 11,5 km/l (gasolina) na estrada.
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O silêncio a bordo é um dos pontos altos. Mesmo em pisos irregulares, com buracos ou fora do asfalto, as suspensões independentes funcionam muito bem e passam sensação de robustez. Preço: R$ 228.79 (no site da marca há promoção “últimas unidades” por R$ 197.990).
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