As quinze marcas filiadas à Abeifa (Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores) anotaram queda de 0,4% no mês de janeiro ante igual período de 2020. Por outro lado, a produção nacional aumentou 14,9% e ajudou a melhorar o panorama enfrentado pelas marcas importadas.
“O ano de 2020 foi extremamente difícil para o nosso setor, por conta da pandemia e da desvalorização do câmbio. Agora o ano começa, para a importação, ainda muito lento, registrando reduções expressivas de vendas sobre bases fracas do ano passado”, analisa João Henrique Oliveira, presidente da Abeifa.
Entre os mais vendidos pelas marcas importadas, a liderança foi do Volvo XC40, com 306 unidades. O Volvo XC60 ficou com a segunda posição, com 227 carros, enquanto o Kia Cerato fecha o pódio com 127 unidades comercializadas.

Já para a produção nacional, o topo ficou com o Caoa Chery Tiggo 5x, com 961 unidades. Outros dois modelos da marca completam o pódio: o Tiggo teve 420 carros emplacados, enquanto o Tiggo 8 chegou a marca de 404 emplacamentos.
A entidade aproveitou a apresentação dos números para reforçar a necessidade de redução da alíquota do imposto de importação, dos atuais 35% para 20%, percentual equivalente à Tarifa Externa Comum do Mercosul, diante do panorama persistente de alta do dólar e do euro, principais moedas de negociação internacional de importação.