Uma das pautas mais interessantes foi apresentada pelo consultor Murilo Briganti, executivo operacional-chefe da Bright Consulting. Ele chamou atenção para o desaparecimento paulatino do chamado carro popular. Novas exigências regulatórias de itens de segurança, além de eficiência energética para diminuir consumo de combustível e emissões, tornaram os carros mais caros.
Por outro lado, aumentou a oferta de novos veículos e de marcas chinesas que pressionaram os preços para baixo. Briganti prevê uma concorrência cada vez mais acirrada e, até o ano 2030, produtos chineses, importados ou produzidos localmente poderão aumentar sua participação de mercado para 30%.
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Em outro evento, o Energy Summit, no Rio de Janeiro, o especialista israelense em eletroquímica Doron Aubarch chamou atenção para as baterias de sódio. "Além de que nunca teremos escassez de sódio, esta é uma alternativa às de lítio. A China representa um grande avanço com o lítio, mas outros países precisam de uma indústria local", completou.
Baterias de sódio apresentam menor risco de incêndio e operam melhor em temperaturas extremas positivas ou negativas. Todavia, entregam menor densidade energética. O seu preço deve igualar-se às de lítio no próximo ano.
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