É que, como a maioria das principais marcas do mundo, a Mercedes-Benz está mais disposta a apostar em um futuro eletrificado. E, em princípio, o Classe A não está entre os modelos que terão motorização elétrica.
Outra razão para o fim do modelo é o crescimento constante nas vendas dos utilitários esportivos em todo o mundo. Vemos essa tendência inclusive aqui no Brasil, mas na Europa ela também é forte: vários automóveis de passeio tradicionais de marcas até mais "populares" saíram de linha para dar espaço aos SUVs.
A Mercedes-Benz até continuará a marcar presença no segmento dos carros compactos, mas com enxugamento de linha. Assim, o sedã CLA deverá ocupar o espaço que será deixado pelo Classe A (cuja versão sedã é bem parecido com o CLA) e, inclusive, deverá ter pelo menos mais uma geração.
Já os SUVs GLA e GLB têm vida assegurada por mais algum tempo, ainda. Mas, como são relativamente parecidos, em algum momento um dos dois deverá sair de linha para que o outro continue. A preferência, neste momento, é pelo GLB, cujo visual mais esportivo tem se mostrado bastante popular no Velho Continente.
O Classe A sedã é vendido no Brasil atualmente por R$ 328.900 na versão hatchback e R$ 297.900 na configuração sedã. Já o GLA parte de R$ 335.900 e o GLB, de R$ 286.900. O CLA não é vendido aqui.
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