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Segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), no fim do ano passado o Brasil tinha 32,5 milhões de pessoas habilitadas a pilotar motocicletas. Esse número representou um aumento de 50,9% em relação ao ano de 2012, quando eram 23,3 milhões habilitados na categoria "A".
Nesse crescimento, o mais significativo foi o de novas mulheres habilitadas para conduzir motos. Nos últimos 10 anos, a participação delas no comando do guidão cresceu 83,7%, saltando de 4,5 milhões em 2012 para 8,2 milhões no ano passado. O número é consideravelmente maior do que o aumento registrado pelos homens no mesmo período: 43%.
Elas estão mandando ver, mas apesar dessa melhora na participação feminina os homens ainda são maioria entre os habilitados, com 76,5%, enquanto elas têm 23,5%. Eles que aguardem...
Faixa etária bem diversificada
Os números da Abraciclo também revelam que a principal faixa etária de habilitados está entre os 18 e 40 anos. Nesse recorte, as mulheres são 69% e os homens, 54,4% - a superioridade reforça que há cada vez mais mulheres tirando habilitação para moto. No último ano, a lista dos motociclistas ganhou um reforço especial de pessoas com idade entre 31 e 50 anos. Esse grupo representou 54% do total das carteiras emitidas. Isso prova que moto não é mais um veículo procurado apenas por pós-adolescentes e pessoas muito jovens.A região Sudeste é a que concentra o maior número de habilitados, com 42,1%. Em segundo lugar, está a região Sul (20,2%), seguida por Nordeste (18,9%), Centro Oeste (11,1%) e Norte (7,7%).
Ao todo, o Brasil tem uma frota de motocicletas estimada em mais de 30 milhões de unidades registradas, o que dá uma proporção de uma moto para cada sete pessoas.
A procura por motocicletas é reflexo dos tempos: combustíveis caros, transportes coletivos deficientes e baixos custos de compra, posse e manutenção são os principais motivos que têm gerado aquecimento do mercado de duas rodas. Em especial o de scooters, segmento que mais cresceu nos últimos anos - e que, não por acaso, tem sido um dos veículos preferidos das mulheres.
Colaborou Roberto Dutra
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