A próxima geração do Mini, a quinta, será 100% elétrica, o que confirma - como temos falado há algum tempo - a tendência à eletrificação por parte das principais fabricantes de automóveis do mundo.
Segundo o Grupo BMW, a bateria de alta voltagem, os circuitos eletrônicos e a tecnologia de recargas têm mostrado ótimos resultados nos testes feitos sob temperaturas congelantes. O carro rodou por estradas cobertas de neve e áreas especialmente preparadas, inclusive sobre lagos congelados, que servem para avaliar o comportamento do veículo e, separadamente, partes como chassi e os sistemas de suspensão e de direção.
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A primeira configuração a chegar será a menor, com três portas (na verdade duas), que voltará ser a versão de entrada. Com ele, a fabricante quer recuperar a maneabilidade e a agilidade do Mini original, que era bem mais compacto em suas dimensões, e também a "criatividade" no uso dos espaços internos - aspecto que será beneficiado justamente por tratar-se de um elétrico, no qual muitas peças mecânicas são suprimidas, o que permite a adoção de novas soluções espaciais.
O design do carro ainda é disfarçado pelas camuflagens, mas podemos ver um certo "retorno" ao visual clássico do carrinho. Depois de experiências meio radicais nos últimos anos, aparentemente o Mini voltará a ter faróis redondinhos e perfil bem harmonioso. Lá atrás, as lanternas, na versão camuflada, aparecem cortadas pela tampa do porta-malas - algo pouco provável na versão de produção.
Depois do três portas, virá o sucessor do Mini Countryman, uma das versões mais vendidas da atual geração. Mas este será oferecido tanto com motorização 100% elétrica como, ainda, com opção de motor a combustão. E ainda esse ano o Grupo BMW pretende mostrar o conceito de uma versão crossover "premium" do Mini.
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