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O irmão elegante da família Classe E

Este Mercedes-Benz abre mão da racionalidade em favor da individualidade

por Redação WM1

A carroceria que faltava para o tradicional modelo Classe E foi anunciada. O cupê inverte a lista de prioridades do sedã e da perua, dando mais ênfase no design atraente e dirigibilidade, do que na praticidade esperada de seus irmãos “quadrados”. Imediatamente identificável como um Mercedes-Benz, o cupê apresenta as linhas que estamos cada vez mais acostumados a ver nos veículos descolados da marca.



Dianteira imponente, ostentando orgulhosamente a estrela de três pontas, linha de cintura ascendente e sem vincos, e traseira curta - famosa fastback - com lanternas horizontais longas e estreitas, além da placa no para-choque em vez da tampa do porta-malas. Essa linguagem minimalista tem por objetivo transpirar elegância e luxo, naturalmente associados à carroceria (as exceções são GLC e GLE Coupé).



O interior também já pode ser considerado familiar, graças às duas telas de TFT de 12 polegadas dominando o ambiente, herança da soberana Classe S, e a interação entre elementos horizontais e circulares, como as novas saídas de ar condicionado comuns a outros modelos. Os materiais devem ser os mesmos do sedã e da perua, se não forem ainda melhores, com opções de personalização exclusivas.



Mecanicamente, podemos esperar a transmissão de 9 marchas 9G-Tronic e trações traseira e integral (4Matic). As motorizações esperadas são 2.0 turbo de 211 cv e torque de 35,7 kgf.m para a E250, como no sedã, e V6 3.0 biturbo de 401 cv e 53 kgf.m para a versão semi-ignorante E43 AMG, também como no sedã.



Torcemos para que a E Coupé esteja à altura da BMW Série 6, que reina praticamente sozinha na categoria. A impressão que temos é que a briga vai ser boa.


Por: Lucas Cravo


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