Todavia, o crescimento de participação praticamente se estabilizou: 18,7%, em 2024 e 19%, no ano passado. Neste caso específico, ainda falta uma pesquisa mais apurada sobre quem utiliza esse tipo de veículo para transporte de carga, simplesmente como uso convencional ou misto. Continuaram as quedas dos hatches, antes dominantes por décadas, de 25,1% para 21,95%, e também dos sedãs, de 12% para 9,7%.
Veja também
- Renault Boreal: por que este SUV médio é tão bom?
- Brasil: o país dos 80 mil carros elétricos
- Toyota investirá R$ 500 milhões no Brasil
- Análise: BYD mira 600 mil carros/ano na Bahia. Dá?
Os compradores, no entanto, aceitam o veículo como ele é, mesmo que gaste um pouco mais de combustível, tenha pneus em geral mais caros ou que a altura maior do centro de gravidade possa dificultar manobras de emergência.
Só uma dúvida ainda paira: os SUVs já atingiram o ápice ou continuarão a crescer na preferência dos compradores - e até que nível? Tudo parece indicar aumento contínuo de participação. Em que patamar vão se estabilizar seria tema interessante para as consultorias e empresas de pesquisas. Fica aqui mais esta sugestão.
Veja também:
Comentários