Um SUV 4x4 raiz com ótimo desempenho no fora-de-estrada, estilo inspirado no de concorrentes, mas com pormenores interessantes como o desenho dos faróis de LED. Desde o estepe externo fixado no centro da tampa do porta-malas aos arcos de rodas salientes e pintados de preto, às linhas retas com janelas relativamente pequenas e bons estribos, o GWM Tank segue uma fórmula para agradar o comprador deste tipo de veículo.
A distância entre os eixos de 2,75 metros oferece espaço razoável para pernas e cabeças no banco traseiro. Outras dimensões: comprimento, 4,76 m; largura, 1,93 m e altura de 1,90 m. O tanque de combustível com capacidade para 70 litros permite alcance muito
bom, por pior que seja o terreno. E o volume do porta-malas, declarado em 863 litros, mas pelo padrão VDA, deve estar por volta de uns 500 litros. A abertura da tampa traseira é inadequada para países de mão direita como o nosso.
O Tank 300 é um híbrido plug-in com um motor 2.0 litros turbo a gasolina e outro elétrico dianteiro. A GWM só informa os números combinados: 394 cv de potência e 76,4 kgfm de torque. Além de tração 4x2, 4x4 e 4x4 com reduzida, neste último pode-se modos escolher entre Estrada Acidentada, Rocha, Montanha e Lama/Areia. O câmbio automático tem nove marchas (no Land Rover Defender, por exemplo, são oito).
Também há controle de descida de assistente de manobras em trilhas muito estreitas. Para os iniciantes em fora de estrada, há um recurso bastante útil: pode-se guiar em velocidades baixas sem necessidade de acionar os pedais em descidas.
A altura mínima do solo, de 22,2 cm, e os ângulos de entrada (32°) e de saída (33°) foram postos à prova durante a avaliação e o SUV saiu-se muito bem. Outra especificação de destaque: passagem em trechos alagados e córregos com profundidade de até 70 cm. Preço bem atraente: R$ 339.000.



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