Com visual mais refinado, o Taliant evidencia a nova estratégia da Renault. A empresa francesa pretende descolar a imagem do Logan da subsidiária romena, responsável por desenvolver veículos para mercados emergentes. Tanto que vende o novo produto com a sua insígnia, ao invés de colocá-lo no balaio da Dacia.
Construído sobre a mesma plataforma de Sandero e Logan, o três volumes tem visual muito mais luxuoso que o dos seus colegas. Tem grade exclusiva, mas carrega no design elementos de Clio e Mégane, mais especificamente nos faróis.
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É provável que o Taliant, caso venha mesmo para o Brasil, tenha algumas mudanças no design. No entanto, sua essência seguirá a mesma. No interior, o modelo a ser comercializado por aqui deverá incorporar os mesmos elementos presentes no renovado Duster.
Debaixo do capô, a versão brasileira do Renault Taliant poderá trazer o inédito motor 1.0 tricilíndrico TCe de 100 cv. O propulsor é o mesmo que equipa o Kiger, SUV do Kwid. Casará com ele caixa automática do tipo CVT.
A adoção do nome Taliant também faz parte da iniciativa da marca francesa de descolar seus novos produtos do portfólio subsidiária. A Renault pretende voltar a comercializar no Brasil, e em outros mercados, veículos com certo requinte. Assim, o fabricante poderá vender carros mais caros e, por conseguinte, aumentar seu ticket médio.
No entanto, não espere que a Renault se livre do nome Logan. Há a possibilidade de manutenção deste, já que tem força no mercado brasileiro.
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