Risco de incêndio em bateria afeta Volvo EX30

Marca sueca anunciou um recall de 40.323 unidades do SUV elétrico para corrigir o problema e evitar acidentes

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Fernando Calmon
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EUA, Brasil e Austrália, além de vários outros países, já haviam recebido instruções para limitar a recarga de baterias a 70% a fim de evitar risco de incêndio. E também estacionar longe de prédios. A sueca Volvo cultiva a tradição de priorizar a segurança de seus carros e não costuma sofrer desabono de sua imagem.

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    No começo desta semana, finalmente, anunciou um recall (convocação para corrigir defeitos graves) de 40.323 SUVs elétricos compactos EX30. Estão no mercado desde meados de 2023. Controlada pelo conglomerado chinês Geely, a empresa já tinha dado um passo em falso ao comprar a fábrica sueca de baterias Northvolt, em 2025.O Investimento não deu certo por razões financeiras e técnicas, e nenhuma bateria foi adquirida.

    A Volvo chamou mais de 40 mil unidades do EX30 para um recall por problemas nas baterias
    Crédito: Divulgação
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    Não faltaram exemplos dos cuidados com fornecedores de um item extremamente sensível. A GM, em 2020, enfrentou problemas com as baterias da sul-coreana LG. Cerca de 140 mil unidades do Chevrolet Bolt foram parcialmente imobilizadas e o recall custou US$ 2 bilhões (R$ 10,4 bilhões).

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      Por fim, a Volvo também foi prejudicada por outro problema. Novas baterias vieram da China, fabricadas por uma sociedade entre a sua controladora e uma fabricante especialista neste ramo - a empresa Shandong GeelySunwoda Power Battery Co. também produziu baterias defeituosas. Nem mesmo o nome respeitado da Geely na razão social do fornecedor evitou as dificuldades. O custo do recall não foi revelado.

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