Mas Munique demonstrou que os fabricantes europeus voltaram com força e passaram a desafiar as marcas chinesas que aproveitaram a "onda elétrica" para atrair os visitantes.
Elétricos europeus foram destaque
Carros elétricos sempre chamam atenção pela novidade e em Munique não foi diferente. Os alemães destacaram-se com BMW iX3, Mercedes-Benz GLC EQ, VW ID.Cross e Audi Concept C (estes dois últimos ainda em nível conceitual, mas com linhas quase definitivas).O Hyundai Ioniq 3 também sobressaiu, mas os chineses não ficaram atrás com o Xpeng P7 e o Xiaomi YU7. Para o Brasil, destacou a Autoesporte em entrevista com Thomas Schäfer, CEO global da Volkswagen, as próximas gerações do T-Cross e do Nivus terão versões híbridas básica e plena, projetadas como derivações do T-Roc europeu.
Marcas mostraram que híbridos e térmicos ainda têm espaço
Os motores a combustão em versões híbridas também se destacaram no salão: novo Renault Clio, Kia K4, Porsche 911 Turbo S T-Hybrid (711 cv e 81,6 kgfm, valores recordes de potência e torque) e até a primeira station híbrida plugável da BYD, a Seal 6 DM-i Touring.Na véspera da abertura do Salão de Munique, em entrevista ao site americano "Politico", o presidente da BMW, Oliver Zipse, voltou a classificar como enorme erro da União Europeia (UE) proibir a venda de motores a combustão em 2035.
Esta não é posição isolada do grupo alemão. Em algum momento a UE, tudo indica, irá recuar em favor dos três níveis de híbridos. Estes têm o papel de transição inteligente até os elétricos superarem obstáculos de preço, tempo de recarga e rede de eletropostos, entre outros.
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