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SIMEA debate a indústria automotiva brasileira

Futuro do setor ainda tem muitos desafios difíceis, mas evento também relembrou importantes conquistas

por Fernando Calmon

Em sua 32ª edição, o (Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva (SIMEA), promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) focou nos pontos mais relevantes para o futuro da indústria automobilística no Brasil e no mundo.
Os avanços do País são notáveis desde a criação do Proconve, há 39 anos, quanto a emissões veiculares. Um automóvel em 1986 poluía o equivalente a 136 veículos atuais, embora poucos se lembrem disso.
Há novas fases previstas para 2030, contudo sem avançar na direção de inspeção veicular e na renovação de frota (em especial de veículos pesados). Assim, será muito difícil garantir ar mais limpo.
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Relembrou-se o grave problema de infraestrutura no Brasil: 65% de cargas transportadas por rodovias, das quais apenas 12% pavimentadas. Gera desperdício de 1,18 bilhão de litros de combustível e emissões adicionais de 3,13 milhões de toneladas de CO₂ por ano.
Hibridização, eletrificação, direção automatizada e experiência digital do usuário guiarão o desenvolvimento nos próximos anos. Pilares dessa transformação: comunicação móvel, computação em nuvem, novas tecnologias de software, inteligência artificial, engenharia de dados e semicondutores de alta desempenho para integrar o veículo ao ambiente externo.
Até 2030, o mercado automobilístico mundial de eletrônica e software deve movimentar US$ 462 bilhões. O País tem que se inserir nesse contexto.
Houve consenso sobre o papel estratégico dos biocombustíveis. A eletrificação combinada ao etanol oferece rota competitiva de redução de emissões de CO² dentro do conceito correto do "poço" à roda.

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