O Volkswagen Tiguan R-Line estreou no mercado brasileiro. O SUV médio é vendido em configuração única, equipada com um motor 2.0 turbo de 272 cv de potência, câmbio automático de oito marchas e tração integral. O preço? R$ 299.990.
E nessa mesma faixa você encontra vários concorrentes com motores híbridos plug-in e/ou com capacidade maior de passageiros. Mas quando é uma boa levar o Tiguan R-Line ou é melhor partir para um desses adversários? Independentemente da sua decisão, confira a seguir alguns bons argumentos.

1. Diversão ao volante
Para quem valoriza a experiência de dirigir mesmo em um SUV, o Tiguan R-Line é o mais próximo que você vai encontrar de um esportivo nessa faixa de preço dos R$ 300 mil.
Além da bela posição de guiar, o SUV da Volkswagen agrada pela combinação impecável de direção direta e com peso na medida, suspensão bem equilibrada, e conjunto motriz que entrega respostas bacanas ao comando no acelerador. E tudo isso com muito silêncio a bordo.
2. Pacote completo de equipamentos
Além do visual externo ousado e das belas rodas de 19 polegadas - cortesias da pegada esportiva da configuração R-Line -, o Tiguan R-Line tem também uma lista bem vasta de equipamentos de conforto e tecnologia.
A relação inclui bancos dianteiros climatizados, com ajustes elétricos, memória de posição e massagem, faróis de LED adaptativos e ar-condicionado automático de três zonas. E o pacote ADAS é completão. Tem até um sistema de frenagem automática de emergência capaz de operar em velocidades de até 80 km/h.
3. Espaço para os passageiros
Com um entre-eixos longo para um SUV médio - de 2,79 metros -, o Tiguan R-Line tem bom espaço para os passageiros tanto nos bancos dianteiros quanto nos bancos traseiros.
Além do espaço, o acabamento também é outro ponto positivo do novo SUV médio. Com aplicação de materiais macios ao toque em amplas áreas e até aplique em madeira no painel, o resultado é uma cabine mais refinada que a média dos modelos da Volkswagen.
1. Não é híbrido
Apesar de empolgar ao volante e ter um motor 2.0 turbo a gasolina bem avançado, o Tiguan R-Line não tem nenhum tipo de eletrificação. O que explica o consumo abaixo dos concorrentes híbridos plug-in: 8,9 km/l (cidade) e 12,1 km/l (estrada). E um alcance teórico de 715 quilômetros mesmo com um tanque grande, com 59,1 litros de capacidade.
Se alcance é importante para você - mas sem abrir mão do desempenho -, uma alternativa é o GWM Haval H6 PHEV35 (R$ 289.000), que tem um conjunto motriz hibrido plug-in de 393 cv de potência e tração integral. Roda até 119 quilômetros no modo 100% elétrico.
2. Só cinco lugares
Uma das poucas perdas desse novo Tiguan em relação ao antecessor é o fim da oferta de sete lugares para o modelo. Se você costuma usar com frequência os assentos adicionais no porta-malas, então terá que partir para um concorrente como o Jeep Commander.
Na versão Overland Flex (R$ 283.790), a novidade da linha 2027 é a adoção de um sistema híbrido leve de 48 Volts no motor 1.3 turbo de 176 cv de potência, que gera torque extra em situações de alta demanda e deixou o SUV de sete lugares mais econômico no uso urbano.
3. Porta-malas
Quem busca um SUV médio geralmente espera um porta-malas bem amplo. Mas esse não é o caso do Tiguan: são 423 litros de capacidade. Volume OK para uma família composta por um casal e criança pequena. O problema é que vários concorrentes oferecem mais área para as malas.
Uma opção com porta-malas amplo na mesma faixa de preço é o BYD Song Plus Premium (R$ 299.800), que tem um bagageiro com capacidade de 552 litros. Isso além de um conjunto motriz híbrido plug-in de 326 cv de potência.
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