Volkswagen Amarok será renovada e modernizada

Atualização da picape média na América do Sul faz parte dos investimentos anunciados pela marca alemã para a Argentina

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Antônio Leria
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A picape Volkswagen Amarok produzida na Argentina, e que é importada para o Brasil, será modernizada como parte do plano de investimentos que a marca alemã anunciou nesta quarta-feira (4/5) para a planta de General Pacheco, no país vizinho. Para os próximos quatro anos, a Volkswagen irá investir um total de US$ 250 milhões no país vizinho.

O montante contempla, além da renovação da Amarok, a nacionalização de componentes para a linha de montagem do Taos e a implantação de uma unidade produtiva das motocicletas Ducati na planta de Córdoba - a marca da motos italiana integra o Grupo Volkswagen desde 2012.

Atualização da Volkswagen Amarok

A Amarok que será atualizada na Argentina não tem qualquer relação com o projeto desenvolvido para construção da nova Amarok, que é tocado em parceria com a Ford, para produção na África do Sul, e, que pelo menos no momento, não tem previsão de importação para o Brasil.

A picape média produzida na Argentina será atualizada. “Vamos atualizá-la, modernizá-la e equipá-la com mais itens de segurança para que continue sendo vendida aqui e em toda a América Latina”, afirmou o presidente da VW na América Latina, Pablo Di Si. O modelo terá mudanças no desenho, segurança e tecnologia.

Volkswagen Amarok V6 2021 08
Volkswagen Amarok será contemplada com investimentos para modernização e mais segurança
Crédito: Divulgação
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Não há qualquer confirmação da Volkswagen, mas há rumores de que o planejamento da marca alemã prevê o fim da produção da Amarok na Argentina a partir de 2025, quando seria substituída por um modelo compacto, a Tarok – que chegaria ao mercado para competir com Fiat Toro, Ford Maverick e Renault Oroch, entre outros modelos de mesma dimensão previstos para chegar nos próximos anos.

Parte dos investimentos em General Pacheco também devem ser destinados à linha de montagem do SUV Taos. O plano de aporte dos US$ 250 milhões está previsto para o quadriênio de 2022 a 2026, e inclui um projeto de nacionalização de peças e componentes do Taos para, com isso, reduzir o seu custo de produção e torná-lo mais competitivo. Esse investimento também abre caminho para a chegada de novos modelos.

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