Até a linha 2015, o sedã tinha opção 2.0 bicombustível de 120 cv. A expectativa era de o modelo passasse a compartilhar o mesmo motor 1.4 TSI flex que equipa o Golf nacional, porém, entraves estruturais barraram a manobra. “Esse carro (Jetta) tem plataforma PQ35 que é bem diferente da MQB do Golf. Seriam necessárias diversas alterações mecânicas para utilizar o propulsor flex o que também influenciaria no custo-benefício da fábrica”, explicou o gerente executivo de engenharia, José Loureiro.
Somente a versão topo de linha Highline traz motor 2.0 turbo de 211 cv e 28,6 kgf.m acoplado a uma transmissão DSG de seis marchas e dupla embreagem. Não houve mudanças na lista de equipamentos e a configuração foi tabelada em R$ 103.990.
Para a versão de entrada Trendline há opção manual que sai por R$ 78.230 e automática de R$ 83.630. Já a configuração intermediária, a única nacional –as demais continuam importadas do México, Comfortline sai por R$ 89.750.
Todas as versões são quipadas de direção elétrica, controle de tração, freios ABS com EBD, BAS e ESC de série em todas as versões.
Já as tecnologias Apple Car Play e Android Auto, que espelham a tela de smartphones e tablets estãoo disponíveis a partir da versão Comfortline, enquanto o sistema Mirror Link (que espelha somente dispositivos Android) equipa a versão Trendline.
DESENVOLTO, MAS...
Como era de se esperar, os 30 cv a mais e a turboalimentação do motor 1.4 tornam o Jetta muito mais desenvolto em relação ao bloco 2.0 aspirado de 120 cv. Não houve dificuldade nenhuma em retomadas e ultrapassagens na estrada mesmo com o veículo ocupado por quatro passageiros. Segundo a Volks, o 0 a 100 km/h é cumprido em 8,6 segundos. Infelizmente, não houve a possibilidade de avaliar o sedã em cenário urbano.
O consumo médio de gasolina em cenário combinando uso urbano e rodoviário é de 12,3 km/l com câmbio manual e, 11,7 km/l, com transmissão Tiptronic. Os índices informados pela fabricante são razoavelmente bons em se tratando de um sedã médio, porém, a falta de oferta de consumo de etanol prejudica o cliente de praças onde o combustível vegetal é mais vantajoso.
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