Maior autonomia, melhor consumo de combustível e aceleração mais eficiente são os destaques da segunda geração do Volt, que chegará ao mercado americano no segundo semestre de 2015. O visual também mudou, agora o sedã traz linhas mais limpas na carroceria e também no interior. O modelo se aproximou dos demais modelos da linha Chevrolet, mas não perdeu o estilo futurista da primeira geração.
Muito mais autonomia
O novo Volt será capaz de rodar até 80 quilômetros impulsionado apenas com motor elétrico, além disso, o sedã terá capacidade de percorrer mais de 640 quilômetros com uma carga regular.
Para chegar a esta autonomia, o Volt traz agora dois novos motores. As baterias do propulsor elétrico têm capacidade de até 18.4 kWh usando 192 células (96 a menos que a primeira geração). Já o novo motor 1.5L EcotecL é capaz de rodar até 17,4 km/l, segundo dados da Chevrolet. Combinados, os propulsores ficaram 12% mais eficientes e 45kg mais leves que a última geração.
A aceleração, que era um ponto de atenção dos consumidores americanos, foi melhorada em 19%, de 0 aos 50 km/h. Outro destaque da nova geração do Volt está no visual, que perdeu o jeito quadradão e está bem mais angulado, mais parecido com modelos oferecidos na Europa do que no mercado norte-americano. Com isso, ele parece um carro menos futurista do que antes. As linhas o deixaram ainda mais parecido com um sedã do que no modelo anterior. Ainda há rodas de 17 polegadas, calçadas com pneus verdes da marca Michelin.
Por dentro, a receita menos futurista se repete e o Volt passa a transportar cinco pessoas e não mais quatro. A central multimídia MyLink está lá, mas em uma nova geração. Os instrumentos são totalmente digitais.
Bolt EV: vem aí o rival do BMW i3
A Chevrolet também apresentou aos jornalistas presentes ao Cobo Hall, em Detroit, o conceito elétrico Bolt EV. Trata-se de um crossover muito parecido com o BMW i3 que será capaz de rodar até 320 quilômetros e deverá custar nos EUA, abaixo dos 30 mil dólares. “Chevrolet acredita que os veículos elétricos serão o pilar do transporte no futuro e por isso precisamos ter modelos em um segmento maior de clientes”, afirmou Mary Barra, CEO da General Motors.(colaborou Ricardo Sant'Anna)
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