País vende mais carro em 2019, mas exportação cai

Dados da Anfavea mostram crescimento do mercado de veículos no país e entidade demonstra otimismo para 2020

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Fernando Miragaya
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A Anfavea fechou a conta de 2019 com uma ponta a mais de otimismo para o mercado. De acordo com a associação que reúne os fabricantes de veículos do país, o mercado brasileiro de automóveis registrou crescimento. E, apesar da queda na exportação, as perspectivas da entidade são positivas para 2020.

Foram quase 2,79 milhões de unidades de veículos negociados em 2019. O número, que inclui autoveículos, caminhões e ônibus, é 8,6% superior ao registrado em 2018 - 2,57 milhões.

Só na parte de automóveis e comerciais leves, nacionais e importados, o relatório da Anfavea aponta mais de 2,78 milhões de unidades. Isso representa alta de 8,6% na comparação com o acumulado do ano anterior (2,56 milhões).

Fronteiras ruins

A exportação de veículos, contudo, foi um desastre. Com influência direta da crise argentina, o Brasil mandou pouco mais de 429 mil unidades para fora do país. O número é quase 32% menor que o desempenho em 2018: 629 mil.

Isso afetou diretamente a produção, que teve crescimento tímido. De acordo com a Anfavea, 2,99 milhões de veículos foram produzidos no ano passado, desempenho apenas 2,3% superior ao de 2018, quando 2,87 milhões de unidades foram fabricadas no país. O nível de emprego no setor também caiu 0,7% na comparação.

Feliz ano novo

Mesmo assim, a associação de fabricantes está animada com 2020. As projeções para este ano apostam em um mercado de 3,05 milhões de unidades. Se confirmado, será um crescimento de 9,4%.

A estimativa é parecida com a da Fenabrave, a federação das concessionárias de veículos. A Anfavea baseia seus números para 2020 em inflação controlada, queda nos juros e retomada da confiança e dos negócios.

 

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