Mercedes-Benz C63 AMG Coupe: sonho em velocidade

Cupê alemão é testado e mostra toda a sua fúria na nova carroceria
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– Uma Mercedes-Benz é sinônimo de status por si só. A estrela de três pontas na dianteira injeta requinte e esportividade como poucas logomarcas são capazes. Mas ter um cupê da marca alemã com a assinatura AMG no sobrenome é ainda mais especial e para exclusivos. O mais recente é o C63 AMG cupê, que chegou em março e levou o alto desempenho a um carro com uma carroceria mais esportiva e arrojada. O modelo deve chegar no Brasil no último trimestre de 2011, com preços na faixa dos R$ 350 mil. A versão de entrada C180 cupê chega antes. Já em agosto ela será oferecida por R$ 126.400.

A linha da C cupê matou dois carros de uma vez só. O CLC, que chegou a ser produzido na fábrica da marca alemã em Juiz de Fora, Minas Gerais, e o CLK, os dois feitos sobre a plataforma da última geração do sedã C. Além disso, por ser um modelo recente, o C63 AMG recebeu as atualizações que toda a linha da Classe C ganhou em 2011. Ou seja, o desenho ficou mais moderno e, principalmente, mais esportivo. A diferença da configuração cupê para a sedã fica no caimento da traseira, mais acentuado. Porém o que mais chama a atenção em um veículo desta estirpe é o aspecto invocado da carroceria. Os para-choques são bastante pronunciados e quase encostam no chão, enquanto o capô tem um ressalto para abrigar o cabeçote maior. De perfil, destaca-se o perfil do modelo, rebaixado em relação a configuração normal. Na traseira, quem chama a atenção são as quatro saídas de escape, mostrando a força do carro.

Mas não adianta parecer rápido se realmente não for. Por isso a Mercedes foi com o que tem de melhor para equipar o carro. Lá está o motor de 6.2 litros, V8 que gera 457 cv e 61,18 kgfm de torque que está no superesportivo SLS AMG. Como se não fosse suficiente, a fabricante disponibiliza um pacote chamado de AMG Performance Package, que eleva a potência para 487 cv. Com ela, o desempenho é ainda mais assombroso. O zero a 100 km/h é cumprido em 4,3 segundos e a velocidade máxima é limitada eletronicamente em 250 km/h. A transmissão é outra nem tão velha conhecida: a automatizada Speedtronic de sete marchas de dupla embreagem, exclusiva para os carros da AMG. Ela conta com as opções Drive, Sport, Sport + e Manual e um novo seletor rotatório, herdado do SLS AMG. Nas duas possibilidades mais "nervosas", a Sport + e a Manual, as trocas são feitas em apenas 100 milissegundos. Para as arrancadas, há o controle de largada, que deixa as partidas perfeitas, quase sem perda de potência.

Por ser um carro topo de linha dentro da gama da C cupê, a 63 AMG também precisa ser um carro seguro. Estão embarcados ABS, airbags frontais, laterais e de cortina, controle de estabilidade, controle de tração, controle de ponto cego e os sistemas Pre Safe, que preparam o carro para uma eventual batida, tensionando os cintos, acionando os freios e posicionando os encostos de cabeça para diminuir os impactos da colisão. Dentre os itens de conforto, destaque para o novo sistema de entretenimento e navegação, com acesso a internet e ao Google Maps com cidades em 3D.

Mesmo com tanta potência e tecnologia, o C63 AMG não é o extremo de desempenho na linha do C cupê. Recentemente foi lançada a Black Series, série limitada em que o motor recebe atualizações para gerar 517 cv de potência e atingir os 100 km/h em 4,2 segundos. Como se ainda fosse necessário...

Primeiras Impressões: sedução alemã
Por Luís Guilherme do Auto Motor/Portugal exclusivo para Auto Press
Sevilha/Espanha – Chegar para dirigir uma Mercedes com a assinatura AMG é sempre uma experiência marcante. Ainda mais na nova configuração cupê. O test drive foi feito primeiro em estrada e depois em pista, e foi o suficiente para que o esportivo pudesse mostrar toda a sua força. O motor é o já conhecido V8 de 6,2 litros com 457 cv e mais de 60 kgfm de torque, mas a unidade testada estava equipada com o opcional Performance Package, que eleva a potência para 487 cv e ainda inclui os discos de freio de carbono-cerâmica com pinças vermelhas e volante em couro e Alcântara. Equipado com a transmissão AMG Speedshift de sete velocidades, este rival do BMW M3 consegue cumprir os zero a 100 km/h em apenas 4,3 segundos.

O desempenho é absolutamente avassalador. O V8 grita alto e é capaz de fazer com que o motorista grude no banco nas acelerações. Nas curvas, fica claro o extenso trabalho que a equipe da AMG teve para deixar esse cupê ainda mais grudado no chão. A capacidade de frenagem também impressiona. Assim, é possível levar ao limite a experiência de dirigir esse carro em uma pista fechada.

No resto, tudo que já esperado de um Classe C. No interior impera o bom gosto e a ótima qualidade na construção, junto com o design do painel. Como já é esperado de um Classe C, a posição de dirigir é muito boa, com várias regulagens disponíveis e um amplo ajuste de altura e profundidade do volante. Nada, no entanto, que tire a impressão de que essa Mercedes é uma verdadeira fera.

As opiniões expressas nesta matéria são de responsabilidade de seu autor e não refletem, necessariamente, a opinião do site WebMotors.
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