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Nova Hilux 2027: revelamos tudo o que já sabemos

Picape da Toyota terá nova fase com eletrificação em sua produção regional e mudanças visuais importantes

por André Deliberato

A próxima geração da Toyota Hilux já começou a dar as caras - ainda que de forma fragmentada - e o que se sabe até agora indica uma mudança relevante na história da picape média mais vendida do Brasil desde 2016. Boa parte das informações dessa reportagem vieram do site argentino "A Rodar Post".


Entre flagras, vazamentos, apresentações a concessionários e confirmações indiretas da marca, o modelo que começará a ser feito no fim deste ano - e que deverá chegar ao mercado latino no começo de 2027 - promete evoluir em design, tecnologia e, principalmente, motorização. Hoje vamos revelar tudo o que sabemos sobre a nova Toyota Hilux. Venha conosco.




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Nova geração da Hilux? Calma...

Ao contrário do que se poderia esperar de uma "nova geração", a nova Toyota Hilux deverá seguir estratégia semelhante à adotada recentemente por rivais como a Chevrolet S10.

Ou seja: vai manter a base estrutural atual, conhecida como IMV e lançada em 2015, mas com mudanças profundas no visual, interior e conjunto mecânico. Informações da Ásia e da América do Sul apontam que portas e parte da cabine deverão ser preservadas, enquanto dianteira, traseira e cabine receberão alterações significativas.

No design, é possível reparar nos traços mais modernos, com faróis mais finos em LED, grade frontal ampliada e novos para-lamas, que darão ao modelo um visual mais robusto e alinhado às tendências globais da Toyota.


Mudança maior estará no motor

É na parte mecânica que está a principal transformação.

A nova Toyota Hilux deverá ter eletrificação, mas com diferentes níveis de tecnologia. Isso, porém,  dependerá de cada mercado. A solução mais próxima e "fácil" é o sistema híbrido leve (MHEV) de 48 Volts, em testes na Argentina, que combina o motor 2.8 turbodiesel com um motor elétrico para melhorar consumo e desempenho.

Mas também há expectativa de versões híbridas mais avançadas e até do tipo plug-in (PHEV) em algumas regiões. Vale lembrar que a Toyota é uma das marcas que mais podem oferecer tecnologias diferentes em um mesmo produto. Ou seja, não é impossível imaginar picapes movidas a diesel, gasolina, híbridas, elétricas e até a hidrogênio.

Outro ponto central envolve a produção: a Argentina continuará como polo estratégico da Hilux para a América Latina, e já há confirmação de que esta nova Hilux será fabricada no país vizinho - na planta de Zárate, entre o final deste ano e início de 2027.

Mais que isso: segundo os colegas do portal "A Rodar Post", concessionários locais já tiveram contato com unidades da nova picape, incluindo versões diesel e até uma variante 100% elétrica. A Hilux elétrica, aliás, deverá ser uma das grandes apostas da Toyota para o futuro.



A nova Hilux deverá manter a oferta de tração 4x2 e 4x4, com predominância das versões com tração integral. Há também indícios de simplificação da gama, com o possível fim de carrocerias menos populares, como a cabine estendida -a simples e a dupla, portanto, devem continuar.

Por dentro, a tendência é de um salto tecnológico, com mais conectividade, novos sistemas de assistência à condução e acabamento mais refinado, o que acompanhará a evolução recente do segmento (veja a imagem abaixo).

No fim das contas, em resumo, a nova Toyota Hilux não será uma revolução estrutural, mas sim uma evolução profunda e estratégica. Mais moderna, eletrificada e alinhada às exigências globais de emissões, a picape prepara o terreno para continuar liderando um dos segmentos mais competitivos do mercado - agora com um olho no futuro elétrico e outro na robustez que sempre definiu seu DNA.





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