207 HB passa pela pista de impactos

Hatch compacto da Peugeot não obteve uma boa classificação
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Cesvi Brasil
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O mais recente lançamento da Peugeot para o mercado brasileiro, o 207 HB, passou pela pista de impactos do CESVI BRASIL e foram feitos os estudos de reparabilidade, mas o modelo não obteve uma boa classificação.

O hatch compacto será fornecido em quatro versões: XR, XR Sport, XS Manual e XS Automático. O 207 HB brasileiro assume a identidade visual do europeu, com leves mudanças, como a entrada de ar sobre o capô. Já a traseira pode ser comparada à do 206 HB, mudando um pouco os grafismos das lanternas.

Reparabilidade

Os aspectos de reparabilidade do Peugeot 207 HB foram estudados pelo CESVI BRASIL após passar pela pista de impactos*. Confira uma síntese dos resultados obtidos:

Impacto dianteiro

O Peugeot 207 HB é construído sobre a mesma plataforma do Peugeot 206 HB, que já existe há sete anos. Nesse período, não ocorreram alterações estruturais que visassem a melhorias quanto à reparabilidade deste veículo. O novo modelo não possui travessa de absorção de energia de impacto, tem apenas um absorvedor, que não cumpriu com a sua função mediante os testes de impacto.

A ausência de uma travessa com crash-box possivelmente acarretou em danos com maior proporção. Um exemplo disso foram o radiador e o eletroventilador, que tiveram que ser substituídos. Tendo em vista que somente o preço dessas duas peças corresponde a 25% do total do valor das 15 peças substituídas, se elas não tivessem sido afetadas, o custo total da reparação dianteira seria menor, melhorando a classificação no ranking CAR Group.

Outro ponto a ser destacado foi a necessidade de substituição do pára-choque dianteiro, que tem um custo, em média, 50% mais alto do que os de seus concorrentes. A ausência do crash-box também contribuiu para que a ponta da longarina do lado esquerdo região do impacto fosse afetada. Como as regiões de deformação programada foram atingidas, houve a necessidade de substituição desta peça, fora o custo do processo de funilaria para a substituição parcial da ponta da longarina.

Os componentes substituídos foram: para-choque dianteiro/reforço interno do para-choque, moldura externa do pára-choque, grade de ventilação do radiador, conjunto óptico do lado esquerdo LE, alojamento do conjunto óptico LE, pára-barro LE, travessa inferior do radiador, fechamento da travessa inferior do radiador, painel dianteiro front-end, absorvedor de impacto, ponta da longarina LE, fechamento da longarina LE, pára-lama dianteiro LE, filtro de ar, defletor de ar do radiador LE, radiador e eletroventilador. As peças reparadas foram: capô, fechamento da caixa de roda, protetor de cárter, painel superior dianteiro e suporte central de fixação do painel superior.

Impacto traseiro

A análise da reparabilidade traseira foi negativa, se comparada aos concorrentes do modelo na categoria hatch compacto, pois além de não ter uma travessa para absorver a energia de impacto, o veículo não possui absorvedores para amenizar os danos, ou seja, a energia de impacto foi absorvida diretamente pelo painel traseiro e transferida para a lateral traseira direita. Somente o custo desta lateral é quase 50% do valor total de peças substituídas na parte traseira. Além disso, a longarina e o assoalho do porta-malas também foram fortemente afetados, o que aumentou ainda mais o custo total da reparação traseira.

Os componentes substituídos foram: moldura do pára-choque traseiro, lanterna de neblina do pára-choque, painel traseiro, suporte plástico do pára-choque traseiro, lateral traseira do lado direito LD, ponta da longarina LD, fechamento do painel traseiro LD, reforço interno do alojamento da lanterna traseira LD, emblema Peugeot, emblema 207 e emblema 1.6. As peças reparadas foram: alojamento da lanterna traseira LD, suporte de fixação do pára-choque, pára-choque traseiro, pára-barro LD, tampa traseira e assoalho do porta-malas.

* Os testes de impacto do CESVI BRASIL são realizados de acordo com a Norma Internacional do RCAR Research Council for Automobile Repairs, sendo impactos de baixa velocidade 15km/h, com colisão de 40% da dianteira esquerda e 40% da traseira direita.


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