Você sabia que: boa iluminação diminui o risco de acidentes?

As estatísticas no exterior apontam que, no passado recente, o risco de acidentes noturnos era três vezes maior que à luz do dia
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Fernando Calmon
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- Iluminação veicular tem chamado a atenção pelo potencial de segurança em ruas e principalmente em estradas. As estatísticas no exterior apontam que, no passado recente, o risco de acidentes noturnos era três vezes maior que à luz do dia. Isso mudou desde o início dos anos 1990 com o surgimento das lâmpadas de xênon. Na Alemanha, por exemplo, os acidentes fatais diminuíram 18% depois que elas passaram a equipar, de início, os automóveis caros.

A tecnologia xênon chegou ao Brasil em veículos importados, enquanto no mercado de reposição ocorria total descontrole. Muitos kits de baixa qualidade causam problemas de foco, potência excessiva, coordenadas cromáticas e linhas de corte erradas, provocando grave ofuscamento. Além da cor azulada, obviamente em total desacordo com a legislação e o bom senso.

O Contran regulamentou recentemente o uso das lâmpadas de xênon, tanto o sistema original de fábrica quanto o do mercado de acessórios. A legislação levou a polêmicas ao exigir regulagem automática de altura do facho e lavador de faróis. Mesmo entre os grandes fabricantes de lâmpadas – Osram e Philips – não há consenso. A primeira condena as adaptações de qualquer origem e a segunda continua vendendo o seu kit. O fato é que a legislação atual, se seguida à risca, inviabiliza os kits de adaptação. Mas, como estamos no Brasil...

De qualquer forma, outra grande evolução está começando. Trata-se da segunda geração de LED diodo emissor de luz, da sigla em inglês. Essas aplicações tiveram início em lanternas traseiras/dianteiras, terceira luz de freio, iluminação interna e chegaram aos faróis auxiliares de neblina e de longa distância. A legislação europeia exige que todos os carros vendidos no Velho Continente, a partir de 2011, possuam luzes de balizamento diurnas permanentemente acesas. A tecnologia de LED se mostrou a mais eficaz, entre outros motivos por permitir variações que se adaptam ao desenho da parte frontal de cada modelo, seguindo o estilo da marca. A indústria automobilística alemã tem-se antecipado ao cronograma nos modelos lançados ultimamente.

Este ano a Osram começa a produzir a segunda geração de LED, que batizou de Joule. Cada unidade tem 5 cm de diâmetro e se caracteriza por facilitar a customização, ou seja, adaptar-se a diferentes aplicações em iluminação. Blocos dessas pequenas pastilhas, formando os faróis principais, têm incrível emissão de luz e durabilidade equivalente à vida útil do veículo. Afinal, não possui filamentos, a exemplo de lâmpadas comuns, que podem se danificar com vibrações geradas pelo rodar do carro. Nunca mais precisar trocar uma lâmpada queimada ou que perdeu eficiência por desgaste natural é bastante conveniente, além de significar um avanço de peso na segurança do trânsito.

A luz branca dos LEDs com temperatura de cor acima de 4.200 graus Kelvin também proporciona conforto visual ao motorista. O sistema ainda é muito caro e, assim, só está disponível nos modelos topo de linha. Os primeiros automóveis a utilizar faróis principais com essa nova tecnologia são o Audi R8 e Lexus LS.

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