Chevrolet Trailblazer 2015 ganha mais potência

Versão com motor 3.6 V6 passa de 239 cv para 277 cv; estilo segue o mesmo


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Chega às concessionárias da Chevrolet a linha 2015 do Trailblazer. A principal novidade do utilitário esportivo que substituiu a ‘velha de guerra’ Blazer é o motor 3.6 V6, que a partir da adoção de novas tecnologias – como injeção direta de combustível (gasolina) – ganhou mais potência, passando dos 239 cv para 277 cv.

Antes de falar do comportamento do 'gigante' da Chevrolet, que o WebMotors avaliou em Foz do Iguaçu, na divisa do Brasil com a Argentina, vale lembrar que o preço também foi ‘recalibrado’.  Antes partindo de R$ 144.650 – em versão única LTZ, com tração 4x4 e transmissão automática de seis marchas -, agora a Trailblazer custa R$ 147.790.

Ela também segue sendo ofertada com motor 2.8 Turbodiesel 4x4 (também automática de seis velocidades), que também recebeu leve reajuste, pulando de R$ 171.650 passou para R$ 173.490.

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Esteticamente, por fora, nada mudou. Tudo igual – será difícil reconhecer uma Trailblazer modelo 2014 para uma 2015. No entanto, por dentro, algumas novidades. O revestimento dos bancos em couro, por exemplo, agora assumem tonalidade marrom. As peças plásticas estão com nova textura – destaque para o preto brilhante. Ponto positivo para o bom encaixe das peças.

A lista de equipamentos de série também continua extensa e completa. O SUV é equipado com airbags frontais, laterais e tipo cortina, banco do motorista com ajustes elétricos, rodas de liga leve de 18 polegadas, sensor de estacionamento traseiro, sistema Isofix, travas e vidros elétricos, câmera de ré, central multimídia MyLink, direção hidráulica e ar-condicionado digital – este último poderia ser, pelo menos, de duas zonas...

RODANDO

Os 38 cv de potência extra do novo Trailblazer são praticamente imperceptíveis. Até mesmo o torque 1 kgf.m mais forte – agora de 34,5 kgf.m a 3.700 rpm – não alterou o desempenho do ‘grandalhão’ de 4,87 metros (2,84 metros de distância entre os eixos) e de 2.104 quilos. As acelerações continuam boas e as retomadas também, especialmente pelo funcionamento ‘ok’ da transmissão automática de seis marchas.

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Ponto positivo para os controles de tração e estabilidade, que ajudam a domar o ímpeto do Trailblazer. Os freios a disco nas quatro rodas e os sistemas ABS (antitravamento) e EBD (distribuição eletrônica da força de frenagem) entregam eficiência suficiente, transmitindo segurança ao condutor.

A suspensão, apesar de ter passado por um aprimoramento em busca de rigidez, continua ‘molenga’. Em curvas e frenagens mais bruscas, a oscilação da cabine ainda é acentuada, causando certo desconforto.

Internamente, o SUV ainda entrega uma posição ao volante incômoda. Com uma amplitude pequena da regulagem de altura da coluna de direção – não há ajuste de profundidade -, a sensação é de que o volante está sempre muito baixo, próximo em demasia das pernas do motorista. O painel de instrumentos, no entanto, continua com boa leitura, especialmente das informações do computador de bordo.

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CONCLUSÃO

Apesar do ganho em números de potência e torque graças a um retrabalho bem orquestrado da eletrônica e das peças do motor 3.6 V6 a gasolina, o Chevrolet Trailblazer continua o mesmo SUV de antes: desempenho saudável, excelente espaço interno, boa lista de equipamentos de série e preço relativamente ‘salgado’. Na estrada é um excelente carro. Garantindo o conforto necessário para longas viagens. Na cidade, porém, seu tamanho é pouco prático para estacionar, encarar as avenidas cada vez mais estreitas por conta dos motociclistas e até mesmo para encarar um drive thrue.

Consulte preços do Chevrolet Trailblazer na Tabela Fipe WebMotors.

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