Fiat Palio ELX 1.0 16V Fire

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Top’ de linha da família
Palio 1.0, a versão ELX 16V, continua atendendo
bem as expectativas de consumidores de carros “mil”


Não existe mágica na engenharia automotiva.
Mas existe tecnologia. A versão 2002 do Palio
ELX 1.0 16V, equipada com o atualizado motor “mil”
da linha Fire, continua sendo um produto de destaque
no segmento dos carros ditos “populares”.
Modernizado no final do ano 2000, esse modelo vem se
destacando como um dos “queridinhos” dos brasileiros,
não apenas pela mecânica moderna que oferece,
mas também, e principalmente, pelo visual arredondado,
que caiu na preferência dos consumidores.


O sucesso crescente do modelo não é difícil
de entender. O motor, de razoáveis (considerando-se
a capacidade volumétrica do modelo) 70 cavalos,
atende bem as expectativas de condução
do motorista comum, tanto na cidade quanto na estrada.
O torque é suficiente para arrancar junto com
a turba nas primeiras filas dos semáforos, desde
que se controle bem os giros do motor nas suas faixas
mais altas. Já a potência, é suficiente
para manter boa velocidade de cruzeiro nas estradas,
em torno dos 110 km/h, mas, como outros modelos ‘mil’,
exige atenção nas ultrapassagens, principalmente
se o veículo estiver carregado.


 







 

Por
outro lado, o Palio é um carro considerado bonito,
com linhas contemporâneas, sintonizadas com as
últimas propostas de design do mercado ocidental,
principalmente a Europa. Internamente, a versão
2002 desse modelo apresenta melhor nível de acabamento,
desmentindo o lugar comum de que veículos populares
tem que ser, necessariamente, mal acabados. Nota-se
uma atenção especial por parte da Fiat
em melhorar detalhes, combinar cores, eliminar cantos
vivos e encaixes que não se harmonizavam nas
versões anteriores.


Os equipamentos dessa versão ‘top’
de linha, justificam o preço do carro, este sim,
nada popular, na faixa dos R$ 22,4 mil, cerca de R$
2,5 mil mais cara que a versão 2001. Vidros verdes,
direção hidráulica, cintos dianteiros
com regulagem de altura, limpador/lavador do vidro traseiro
com opção de regulagem de intermitência,
cintos traseiros laterais de três pontos, embreagem
hidráulica, vidros dianteiros elétricos
do tipo "um toque", comando interno de abertura
do porta-malas, travas elétricas e conta-giros,
são itens originais de fábrica.


 








O conforto interno é coerente com o porte do
veículo. Ele pode receber adequadamente duas
pessoas na frente mas, no banco traseiro, apenas duas
viajam com relativo conforto. Apertadinhos, pode levar
até três pessoas. O espaço no porta-malas
segue o mesmo raciocínio. Se o assunto é
espaço para bagagens, o Palio não pode
ser chamado de “generoso"; lá atrás
há espaço para apenas 280 litros de carga.


 







 

Complementando essas qualidades, como não poderia
deixar de ser, o Palio ELX 1.0 16V funciona bem: os
faróis iluminam; os freios (a disco na frente
e tambor atrás) param o carro sem sustos; a direção
hidráulica é eficiente, do tipo “quanto
mais velocidade mais pesadinha”; as acelerações
são lineares; e as suspensões continuam
eficientes, mantendo a tradicional característica
dos modelos Fiat, de serem firmes-quase-duras, perfeitas
para enfrentar a buraqueira das ruas e estradas brasileiras.


 







 



O
Palio ELX é um carro seguro, seja no que se refere
a seus padrões construtivos (barras de segurança
laterais, reforços estruturais, amassamento programado,
etc), seja no que diz respeito ao desempenho. Seu pequeno
motor, é claro, não permite performances
esportivas, mas as suspensões suportam tranqüilamente
um pouco mais de esforços, caso o motorista esteja
com pressa, ou esteja atendendo uma emergência.


 







  No
ambiente urbano, embora se ressentindo de torque em baixas
rotações (apenas 9,6 kgfm, atingidos somente
a 4.000 rpm), o Palio ELX se sai muito bem. Não
exige contínuas trocas de marcha, embora sofra
em subidas mais inclinadas. Em estradas, seus 70 cavalos
rendem boas velocidades finais, mas o torque torna-se
mais problemático quando é necessária
uma ultrapassagem, por exemplo. Mas não chega a
desapontar, atendendo perfeitamente o que se espera dele.
Afinal, trata-se apenas de um “popular” com
desempenho coerente com o que se imagina que um popular
possa ter.
 





Texto:
Ricardo Panessa

Fotos: Antônio Geremias





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