SUVs híbridos são boas alternativas ao novo aumento de combustíveis

Leapmotor C10 REEV: um elétrico ou um híbrido?

Um elétrico com gerador ou um híbrido com motor elétrico? Passei uma semana com o SUV e conto como foi a experiência

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    • 435 litros
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8.5

Overview

O Leapmotor C10 REEV agrada pelo visual, lista de equipamentos e comportamento dinâmico. Mas fica devendo em desempenho para os híbridos plug-in


  • + Espaço interno
  • + Equipamentos de série
  • + Alcance maior que os 100% elétricos
  • - Desempenho
  • - Porta-malas
  • - Preço das revisões
 
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O Leapmotor C10 REEV estreou no Brasil no final de 2025 com uma tecnologia quase inédita no mercado brasileiro: um extensor de autonomia a gasolina. Ou REEV, na sigla em inglês para Veículo Elétrico com Alcance Estendido.

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    No final das contas, essa é mais uma alternativa de eletrificação aos modelos 100% elétricos e também aos híbridos leves, autocarregáveis e plug-in.

    Ficou curioso para saber como é rodar com o Leapmotor C10 REEV? Apesar de a própria fabricante tratar esse SUV como um "ultra-híbrido", já te adianto que é diferente de rodar com um automóvel plugado sem o extensor de autonomia. E, também, que não dá para comparar esse SUV aqui com os híbridos plug-in. Confira a seguir!

    Leapmotor C10 Reev Ee (24)
    O visual externo é um dos pontos fortes do C10 REEV
    Crédito: Evandro Enoshita/WM1
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    Teste: Leapmotor C10 REEV

    Por que o REEV é "quase" inédito?

    Antes do C10 REEV, já tivemos no mercado brasileiro um automóvel elétrico com uma tecnologia bem parecida: o BMW i3 REx. Esse i3 REx era um automóvel elétrico equipado com um pequeno motor bicilíndrico de 34 cv de potência - literalmente, um propulsor saído de um scooter -, que tinha como única função atuar como gerador de eletricidade quando a bateria motriz ficava com carga baixa.

    Mas esse era um sistema com lógica de funcionamento diferente, mais voltada para emergências do que para o uso cotidiano. Sem contar que o i3 era um carro de nicho, em um tempo em que os elétricos ainda eram um bicho de sete cabeças no nosso mercado.

    Localizada na lateral traseira direita, o bocal de combustível diferencia o C10 REEV do C10 BEV
    Crédito: Evandro Enoshita/WM1
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    Qual é a do Leapmotor C10 REEV?

    Antes de contar como é esse C10 no uso, bora falar no carro. O Leapmotor C10 REEV é um típico SUV médio grandalhão. Tem 4,73 metros de comprimento, 1,90 metro de largura, 1,68 metro de altura e 2,82 metros de entre-eixos. Essa é a versão topo de linha do modelo, que sai por R$ 219.990. Ou R$ 15 mil a mais que a versão BEV, sem o extensor de alcance.

    Em dimensões e visual, é um típico SUV chinês. Carroceria de linhas arredondadas e espaço de sobra para levar cinco pessoas com muito conforto. Mesmo que sacrificando um pouco o bagageiro, que tem 435 litros de capacidade. Volume apenas razoável para um carro desse porte. E as rodas, de 20 polegadas, têm visual bem esportivo.

    Mas eu preciso falar sobre esse sensacional tom verde do carro das fotos: oficialmente chamado de Verde Boreal, parece saído diretamente de um carro britânico e caiu muito bem nesse SUV de desenho tipicamente asiático. Se você não se animou, a Leapmotor oferece também as - monótonas - opções de pintura nas cores branco, preto e cinza na carroceria.

    Essa tonalidade Verde Boreal é uma das mais bonitas na gama de cores do C10
    Crédito: Evandro Enoshita/WM1
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    Preto ou caramelo

    Além dessa opção de cor Verde Boreal - que poderia realmente ser chamada de British Racing Green -, a Leapmotor oferece a um interior caramelo para o SUV. Combinação que transforma esse cidadão da chinesa Jinhua praticamente em um súdito honorário do rei Charles III.

    Um casamento esteticamente bem interessante. Felizmente (ou não?) o C10 desse teste tinha o interior preto. Mais apagado, mas que evidencia outros aspectos do interior desse SUV da Leapmotor.

    Além do ótimo espaço para os passageiros, o C10 tem uma cabine com acabamento muito caprichado - com materiais refinados, LEDs decorativos no painel e nas laterais de porta - dianteiras e traseiras - e telas grandes, sendo uma de 10,25 polegadas para o quadro de instrumentos e outra, de 14,6 polegadas, para a multimídia.

    Os bancos também merecem aplausos. Têm material muito agradável ao toque e são tão confortáveis quando uma poltrona. Além disso, têm ajustes elétricos e climatização. São perfeitos para suportar várias horas no trânsito sem muitos incômodos.

    Praticamente sem botões físicos, já que os únicos interruptores são os comandos dos vidros elétricos e os do volante multifuncional, o C10 exige tempo - e algumas consultas ao manual do proprietário - para sacar alguns comandos e configurar os recursos.

    A polêmica chave NFC não tem a mesma praticidade de uma chave presencial comum
    Crédito: Divulgação
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    Chave cartão e espelhamento não

    Mas esse tempo para dominar os principais comandos nem incomoda tanto. O que é difícil de aceitar mesmo é a bendita chave com cara de cartão de crédito.

    Trata-se de um cartão NFC, que precisa ser encostado em um canto específico do retrovisor externo esquerdo para travar ou destravar as portas. E é preciso deixá-la sobre um ponto específico do carregador de indução do veículo. Caso contrário, o carro até liga, mas você não sairá do lugar.

    Uma chave presencial convencional seria melhor, não? Seria. Uma solução - parcial - para isso é baixar o aplicativo do carro no seu smartphone para conseguir abrir as portas sem precisar usar o cartão NFC.

    A multimídia tem tela grande, mas sem espelhamento para smartphones
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    Inclusive, até é possível sair dirigindo o veículo sem precisar tirar o tal cartão do bolso, apenas digitando uma senha na multimídia. Mas isso não significa que você possa largar a chave-cartão em casa. A não ser que você queira deixar o seu smartphone com cada manobrista que for cuidar do seu carro.

    Ah, e outra ausência me incomodou: a do espelhamento do smartphone na multimídia. Embora o C10 tenha um - bom - GPS nativo, que pode até ser espelhado no quadro de instrumentos, e seja possível instalar apps diretamente no equipamento, a falta de compatibilidade com o Android Auto e o Apple CarPlay faz com que a enorme tela central pareça subutilizada.

    Os bancos dianteiros são climatizados e muito confortáveis
    Crédito: Evandro Enoshita/WM1
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    Leapmotor C10: equipamentos

    O Leapmotor C10 REEV tem uma lista bem completa de equipamentos. Entre os itens de conforto estão o ar-condicionado de duas zonas com saídas para o banco traseiro, bancos dianteiros com ajustes elétricos (e memoria de posição para o motorista), aquecimento e ventilação, volante e retrovisores externos aquecidos, som com 12 alto-falantes, teto panorâmico, porta-malas elétrico e carregador de celular por indução.

    Já o pacote de tecnológico e de segurança tem sete airbags - frontais, laterais, de cortina e central -, sensor de chuva, faróis de LED com acionamento automático, câmera 360° e de um pacote ADAS com itens como frenagem automática, controlador adaptativo de velocidade, assistentes de centralização e manutenção em faixa, alerta de tráfego cruzado na traseira com frenagem automática e monitor de pontos cegos.

    Apesar da presença do motor sob o capô, o propulsor real está localizado no eixo traseiro
    Crédito: Evandro Enoshita/WM1
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    Leapmotor C10 REEV: mecânica

    O Leapmotor C10 REEV é equipado com um motor elétrico traseiro de 215 cv de potência e 32,6 kgfm de torque. A bateria motriz, de 28,4 kWh pode ser carregada, inclusive, em carregadores rápidos do tipo DC. Assim, é possível elevar a carga de 30% a 80% em apenas 18 minutos.

    O diferencial do REEV é justamente a presença, sob o capô, de um motor 1.5 de quatro cilindros, alimentado por gasolina e com aspiração natural, operando na função de gerador de eletricidade. Tudo isso gerenciado eletronicamente pelo próprio veículo.

    O resultado é um automóvel capaz de rodar até 111 quilômetros (ciclo PBEV) sem acionar o motor a combustão e com autonomia combinada de até 950 quilômetros (ciclo WLTP). O C10 REEV acelera de zero a 100 km/h em 8,2 segundos e chega a 170 km/h de velocidade máxima.

    O C10 também tem suspensão independente nas quatro rodas - McPherson na dianteira e multibraços na traseira - e freios com discos ventilados.

    O quadro de instrumentos tem visual limpo e agradável
    Crédito: Evandro Enoshita/WM1
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    Modos EV+ e Power+

    Teoricamente, o Leapmotor C10 REEV é um híbrido plug-in. Afinal, é equipado com um motor elétrico e outro a combustão, e tem uma tomada de recarga e um bocal para encher o tanque de combustível de 50 litros.

    Mas enquanto os híbridos plug-in têm dois ou mais motores para sair da imobilidade, o C10 REEV depende apenas de um único propulsor elétrico. Que opera acompanhado do ronco - mas não do empuxo - do propulsor a combustão.

    E para sentir na prática como é essa experiência de rodar em C10 REEV, iniciei o teste com o carro no modo de condução EV+. Nesse modo, o motor a combustão entra em funcionamento apenas quando a bateria motriz chega a um nível crítico.

    Com a bateria motriz carregada, o C10 REEV roda da mesma maneira suave e silenciosa que praticamente todos os automóveis 100% elétricos. Foram cerca de 125 quilômetros em percurso misto até a carga da bateria motriz baixar para menos de 10%. É aí que o comportamento do carro muda completamente em relação a outros elétricos.

    O espaço interno na cabine permite levar cinco pessoas com muito conforto
    Crédito: Evandro Enoshita/WM1
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    Mesmo com o motor a gasolina funcionando para gerar eletricidade, mensagens e luzes de alerta começam a pipocar no painel e na multimídia alertando sobre a carga baixa na bateria motriz. E como o propulsor 1.5 a gasolina não está conectado às rodas, o ronco do propulsor nem sempre segue a pressão no acelerador.

    Principalmente na estrada, é comum que você esteja guiando em velocidade de cruzeiro e ouça o propulsor a gasolina subindo de giro como se você estivesse com o acelerador colado no assoalho. Um comportamento bem estranho.

    Como a prioridade nesse modo EV+ é acionar o gerador o mínimo possível, mesmo com a bateria em nível crítico, a carga fica oscilando pouco acima dos 10%. Por isso mesmo, o desempenho também fica prejudicado, com respostas aquém das esperadas para um automóvel elétrico.

    Veja também

      Rodei mais 160 quilômetros com o carro dessa maneira, que está longe de ser a mais agradável, e resolvei mudar para o modo de condução mais extremo Power+, que opera em uma lógica oposta: o gerador opera 100% do tempo, independentemente da necessidade de energia do motor elétrico.

      E, nesse modo, o desempenho do C10 volta ao normal - ainda que sem arrancadas empolgantes, pois estamos falando de um automóvel de quase duas toneladas -, e você nota que a carga da bateria motriz realmente começa a subir para níveis bem acima dos 10%.

      Foram pouco mais de 480 quilômetros rodados com o C10 REEV
      Crédito: Evandro Enoshita/WM1
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      Foram mais 200 quilômetros em ciclo misto com o carro no modo Power+. Estava esperando que o consumo de combustível estourasse na comparação com o modo EV+. Mas não foi o que aconteceu. A média foi de 11,4 km/l para 11,6 km/l. Resultado direto do fato de o motor a gasolina operar apenas como gerador, sem tracionar as rodas.

      Ao todo, rodei pouco mais de 480 quilômetros com o C10 REEV e o contador de autonomia indicava combustível e bateria suficientes para rodar mais 340 quilômetros.

      Um resultado impressionante e melhor que o dos automóveis 100% elétricos. Mas ainda abaixo do alcance dos híbridos plug-in.

      Como é guiar o Leapmotor C10?

      Nos sete dias que eu passei com o C10 REEV, rodei 99% do tempo com o carro no acerto dinâmico Esportivo, que entrega respostas mais ágeis e uma direção menos assistida.

      E não foi nem o acelerador mais sensível que me fez tomar essa decisão. Mas a direção, que fica excessivamente leve no acerto Conforto, principalmente em baixas velocidades.

      Tirando esse aspecto, eu gostei bastante da calibração de direção e suspensão do C10. Diria que é um dos acertos mais agradáveis entre os SUVs chineses, com uma direção com peso correto - no acerto Esportivo - e uma suspensão bastante confortável, mas sem aquela sensação de se estar montado sobre uma gelatina.

      O isolamento acústico também merece nota alta. Quase não se ouve ruídos de rodagem e o motor a combustão só é ouvido nas ocasiões em que a rotação sobe acima das 3.000 rpm.

      O C10 tem um dos melhores acertos de direção e suspensão entre os SUVs chineses
      Crédito: Evandro Enoshita/WM1
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      Custos do Leapmotor C10

      Fiz uma simulação do seguro do Leapmotor C10 no Auto Compara e o valor da cobertura completa oscilou entre R$ 2.918 e R$ 6.699,60. Valor, vale destacar, para um homem, casado, 38 anos e morador da capital paulista. E sem descontos ou bônus.

      Já o plano de manutenção do C10 REEV prevê paradas a cada 12 meses ou 10.000 quilômetros. Para fazer as cinco primeiras revisões, o proprietário terá que desembolsar cerca de R$ 8.800. Valor mais salgado que o do concorrente direto híbrido plug-in Jaecoo 7. E bem mais elevada que a conta dos 100% elétricos Geely EX5 e GAC Aion V.

      Revisões dos concorrentes

      • Jaecoo 7: R$ R$ 7.391 (intervalos de 12 meses ou 10 mil quilômetros)
      • Geely EX5: R$ 4.204 (intervalos de 12 meses ou 20 mil quilômetros)
      • GAC Aion V: R$ 2.733 (intervalos de 12 meses ou 10 mil quilômetros)
      • A garantia de fábrica do Leapmotor C10 é de quatro anos ou 160 mil quilômetros, enquanto a bateria motriz tem cobertura de até oito anos.

        O Leapmotor C10 REEV é mais versátil que um 100% elétrico. Mas um híbrido plug-in pode ser uma opção melhor
        Crédito: Evandro Enoshita/WM1
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        Vale a pena comprar um Leapmotor C10?

        Eu gostei bastante do Leapmotor C10. É espaçoso, bom de guiar, tem lista de equipamentos completa e acabamento caprichado, além de um visual externo bem agradável.

        Por outro lado, pode até ser mais versátil que um automóvel 100% elétrico, mas não entrega o mesmo desempenho ou alcance combinado de um híbrido plug-in.

        Por isso mesmo, digo que o C10 REEV pode funcionar muito bem para quem precisa de um automóvel que vai rodar quase 100% do tempo na cidade. Mas viaja com certa frequência para visitar a avó ou a mãe que mora naquele cantinho do fim do mundo, com rede de recarga rápida escassa ou inexistente.

        Agora, se a ideia for comprar um carro que vai rodar metade do tempo na cidade e metade na estrada, já vale a pena abrir mão do C10 REEV e levar um concorrente híbrido plug-in, com ganho principalmente em desempenho.

        Já nos casos em que o carro não vai circular fora do perímetro urbano ou sempre viaja para locais com boa infraestrutura de recarga, então não vale a pena investir nesse REEV. Economize uma grana levando um C10 BEV ou leve um concorrente 100% elétrico.

        E de quebra, você ainda sai da concessionária com uma conta de manutenção futura infinitamente mais baixa.

        Ancora: Conclusão Score

        Veja também

          Ficha Técnica

          LEAPMOTOR - C10 - 2026
          28,4 KW REEV
          R$ 219990

          Motor / Desempenho / Consumo +

          • Cilindrada (litros)
          • 1.5
          • Cilindrada cm³
          • 1499
          • Disposição dos cilindros
          • Linha
          • Número de cilindros
          • 4
          • Taxa de compressão
          • 15,3:1
          • Número de válvulas por cilindro
          • 4
          • Comando de Válvulas
          • DOHC
          • Combustível secundário
          • Gasolina
          • Tipo de Híbrido
          • REEV
          • Potência Motor Elétrico (cv)
          • 215
          • Torque Motor Elétrico (kgfm)
          • 32,6
          • Velocidade máxima (km/hora)
          • 170
          • Aceleração 0-100 km/h (segundos)
          • 8,2
          • Consumo cidade (km/litro) - Combustível 1
          • 12
          • Consumo estrada (km/litro) - Combustível 1
          • 12
          • Consumo cidade (km/litro) - Combustível 2
          • 33,5
          • Consumo estrada (km/litro) - Combustível 2
          • 29,1
          • Autonomia (km)
          • 111

          Transmissão +

          • Transmissão
          • Automática
          • Localização do câmbio
          • Coluna de direção
          • Tração
          • Integral permanente

          Freios / Suspensão / Direção +

          • Freios dianteiros
          • Disco ventilado
          • Freios traseiros
          • Disco ventilado
          • Freio de estacionamento
          • Eletrônico
          • Freios regenerativos
          • Sim
          • Suspensão - Dianteira
          • McPherson
          • Suspensão - Molas dianteiras
          • Helicoidal
          • Suspensão - Traseira
          • Multilink
          • Suspensão - Molas traseiras
          • Helicoidal
          • Direção - Assistência
          • Elétrica
          • Direção - Ajustes
          • Altura e profundidade

          Dimensões e Capacidades +

          • Comprimento (mm)
          • 4739
          • Largura (mm)
          • 2128
          • Altura (mm)
          • 1680
          • Entre-eixos (mm)
          • 2825
          • Altura em relação ao solo (mm)
          • 180
          • Ângulo de ataque (graus)
          • 17º
          • Ângulo de saída (graus)
          • 23º
          • Capacidade tanque de combustível (litros)
          • 50
          • Capacidade da bateria (KWh)
          • 28,4
          • Capacidade do porta-malas (litros)
          • 435
          • Peso líquido em ordem de marcha (kg)
          • 1976
          • Carga útil (kg)
          • 434

          Tecnologia / Conectividade +

          • Sistema de áudio - Tipo
          • Multifunções
          • Bluetooth
          • Função Streaming
          • Carregador de smartphone por indução
          • Sim
          • Tela de entretenimento - Tamanho da tela (pol.)
          • 14,6
          • Tela de entretenimento - Sensível ao toque
          • Sim
          • Tela de entretenimento - Espelhamento com smartphone
          • Apple CarPlay + Google Android Auto
          • Tela de entretenimento - Navegação (GPS)
          • Via espelhamento (smartphone)
          • Tipo de espelhamento
          • Sem cabo
          • Carregador 12V
          • USB-C
          • Controle de áudio
          • No volante
          • Alto-falantes - Quantidade
          • 12

          Rodas e Pneus +

          • Tipo de roda - Tipo de roda
          • Liga leve
          • Dianteira - Aro (pol.)
          • 20
          • Dianteira - Pneus (largura/perfil/aro)
          • 245/45
          • Traseira - Aro (pol.)
          • 20
          • Traseira - Pneus (largura/perfil)
          • 245/45
          • Estepe
          • Kit de reparos

          Garantia +

          • Garantia total do veículo - Duração (meses)
          • 48
          • Garantia total do veículo - Duração (km)
          • 100.000
          • Garantia de motor e transmissão - Duração (meses)
          • 48
          • Garantia de motor e transmissão - Duração (km)
          • 100.000
          • Garantia da bateria - Garantia da bateria - Duração (meses)
          • 96
          • Garantia da bateria - Garantia da bateria - Duração (km)
          • 160.000
          • No Bolso8.0
          • Tecnologia8.2
          • Vida a bordo9.0
          • Desempenho8.3
          • Opinião do repórter9.0
          • + Espaço interno
          • + Equipamentos de série
          • + Alcance maior que os 100% elétricos
          • - Desempenho
          • - Porta-malas
          • - Preço das revisões
           
          8.5

          • Evandro Enoshita
          • Com 38 anos e apaixonado por carros desde sempre, atuo há mais de dez anos no segmento automotivo. Além da Webmotors, já passei por publicações como a revista Motor Show e o portal iG.
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