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Meriva 1.8 16V

A “baby-van” da Chevrolet


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ITENS TESTADOS 

























































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todas as versões
  


 
 
 













No rastro do sucesso da minivan
Zafira, a GM aposta alto no seu novo monovolume,
o Meriva, que mesmo sendo menor do que os modelos
similares de outras marcas - inclusive a Zafira,
da própria GM - oferece o mesmo espaço
interno, excelente desempenho e criativas inovações
de conforto, além de um visual bem moderno
que agrada a gregos e troianos. Com pouco mais
de dois meses no mercado, o modelo já é
o mais vendido da categoria.


Construída sobre a mesma plataforma da
nova linha Corsa, a minivan Meriva é pequena
por fora, mas grande por dentro. Além das
boas soluções visuais, como os característicos
e grandes faróis, o largo friso da grade
dianteira e o vinco lateral que marca as quatro
portas, essa “baby” van destaca-se também
pelas novidades internas, e arrebenta a concorrência
com o criativo e eficiente sistema FlexSpace de
regulagem dos bancos traseiros.


Equipada com motor 1.8 de 16V e 122 cavalos de
potência, essa van super-compacta vai bem
na cidade, mas vai melhor ainda na estrada. É
gostosa de dirigir tanto quanto um automóvel
pequeno, potente e ágil, mais espaçosa
do que uma station e oferece todas as vantagens
características de um veículo alto,
com boa visibilidade e facilidades de entrar e
sair.

























































MODERNA E BONITA

Design apurado torna modelo atraente para consumidores
de todas as idades

Desenvolvido em conjunto com engenheiros da GM brasileira
e da Opel alemã, e produzido na mesma linha do
novo Corsa e do Zafira na fábrica da GM em São
José dos Campos, SP, a Meriva surpreende. A começar
pelo bonito design. Na dianteira, bem curta, o que mais
chama a atenção são os grandes
faróis, cuidadosamente lapidados (os de neblina,
embutidos no pára-choque, são opcionais),
o friso largo do logotipo da marca na grade e o pára-choque
integrado. Nas laterais, destacam-se os vincos acentuados
e a ampla área envidraçada (quatro vidros
de cada lado).


A traseira ganhou lanternas verticais, como no novo
Corsa Hatch, além de outras duas, menores, logo
acima do pára-choque. O brake-light está
localizado na parte superior do vidro e, como o próprio
carro e mais alto do que um automóvel normal,
o equipamento cumpre ainda melhor sua função
de alerta para os motoristas que vêm atrás.


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ENOVIDADES INTERNAS



Mesmo derivada do Corsa, Meriva é diferente também
por dentro


Bem diferente do novo Corsa, de quem herdou a plataforma,
a Meriva só “aproveita” do carrinho
os mostradores do painel de instrumentos, o sistema
de som, o volante da direção e a manopla
do cambio. O resto é novo, inclusive detalhes
como o botão de acionamento dos faróis,
que fica à esquerda do volante, marca registrada
dos modelos GM da década de 90, também
rejuvenescida na Meriva. Outra novidade é a tela
do computador de bordo, que agora fica no centro e no
alto do painel.


Por conta da distância entreeixos de 2,63 metros,
a Meriva oferece ótimo espaço interno.
Os passageiros do banco traseiro contam, ainda, com
a mordomia de mesinhas com porta-copos e porta revistas
no encosto dos bancos dianteiros como opcionais, e console
central com cinzeiro e tomada de 12 volts.


Entre os itens de série há direção
hidráulica, imobilizador do motor, limpador e
desembaçador do vidro traseiro, conta-giros,
ar quente, aviso sonoro de faróis ligados, acendedor
de cigarros, barra de proteção lateral,
brake-light e volante de três raios. Já
na lista de opcionais há antena no teto, alarme
com acionamento à distância, ar-condicionado,
bancos com sistema FlexSpace, faróis de neblina,
rádio com CD Player, rodas de liga leve, vidros/travas/retrovisores
elétricos. O porta-copos duplo, no console central,
porém, é ineficiente e praticamente inútil,
destoando dos demais equipamentos, todos modernos e
funcionais.


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FLEX SPACE: CRIATIVO
E EFICIENTE


Sistema amplia espaço para bagagens
ou torna bancos traseiros individuais




Mas a principal, e mais interessante, novidade interna
da Meriva está na parte traseira. O modelo oferece,
de série, bancos bipartidos, na proporção
de 60% e 40%. Porém, opcionalmente, pode vir
equipado com o revolucionário e criativo sistema
FlexSpace, que pode tornar toda a parte traseira uma
enorme plataforma para bagagens, ou simplesmente manter
os bancos para duas ou três pessoas. E essa é
a grande diferença da Meriva. Além de
ampliar o espaço para bagagens, o que todas as
outras minivans também fazem, o sistema FlexSpace
que equipa a Meriva pode transformar o banco traseiro
inteiriço, para três pessoas, em dois bancos
individuais, muito mais confortáveis para duas
pessoas que, ainda por cima, podem ser reclinados.


O sistema permite deslocar esses dois bancos tanto
para frente quanto para trás, ou seja, adequa
a distância dos bancos da frente de acordo com
o tamanho do “freguês”, e aproxima (ou
afasta) os dois passageiros de trás: se os passageiros
forem um casal de namorados, por exemplo, os bancos
podem ficar juntinhos; se for para dividir o espaço
com a sogra, outro exemplo, eles podem ficar mais afastados,
grudando cada um junto à sua janela.


Pela criatividade e pelo nome, o FlexSpace lembra o
FlexSeven, que já equipa a Zafira, “irmã
mais velha” da Meriva, cuja principal diferença
e que no sistema da Zafira cinco bancos podem virar
sete, e no sistema da Meriva, cinco viram quatro. Afinal,
segundo a GM, a maioria dos automóveis compactos
só transporta, geralmente, uma ou duas pessoas
e raramente mais de quatro. Muito bom, mas não
de graça. Disponível apenas como opcional
o FlexSpace arrasta junto um pacote com cerca de outros
30 itens, devendo custar aproximadamente mais R$ 3.500.


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DESEMPENHO DE
AUTOMÓVEL


Alta e leve, mas com boa estabilidade
e controle de curvas




Disponível com motorizacoes 1.8 de 16 e 8 valvulas,
a Meriva não decepciona com nenhum dos dois propulsores.
Com motor 16V, o modelo mostrou-se ágil e com
boas retomadas. Em trechos de serra mostrou estabilidade,
o que não deixa de ser surpreendente para uma
minivan alta (1,57 metros) e leve (1.350 kg com ar).


A suspensão traseira, parecida com a da Zafira,
é composta por um eixo de torção
transversal e braços fundidos longitudinais,
o que amenizou a inclinação da carroceria
em curvas. Se nas curvas a Meriva agradou, nas retas
ele também surpreendeu. É ágil
e oferece uma ótima dirigibilidade ao motorista.
O coletor de admissão variável do motor
1.8 litro 16V proporciona melhor aproveitamento do motor
em altas rotações, mas tambem não
deixa a desejar em baixas. As relações
das marchas são mais curtas do que as da versão
8V, para, segundo a engenharia da GM, priorizar o desempenho
mais esportivo.


Com 122 cavalos de potencia, esse motor pode levar
a Meriva, segundo a GM, a atingir velocidade máxima
de 185 km/h e acelerar de 0 a 100 km/h em 11,3 segundos.


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MOTOR 8V NÃO
DECEPCIONA


Versão ‘mais mansa’
deve responder por 80% das vendas do modelo




Sensivelmente mais barata do que a versão 16V,
a Meriva com motor 1.8 de 8 valvulas oferece os mesmos

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