Novo Corolla

Impressões ao dirigir


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ITENS TESTADOS 











































Teste-drive
de 60 km comprovou bom desempenho tanto da
versão XLi, a mais simples, com motor 1.6 e câmbio
mecânico,
quanto da XEi, intermediária, com motor 1.8 e
câmbio automático


O teste-drive que a Toyota do Brasil
organizou para a imprensa especializada conhecer a nova
linha Corolla foi muito curto (cerca de 30 km com cada
versão do modelo), mas o suficiente para “sentir”
a personalidade do carro. E como as primeiras impressões
são as que ficam, o recém-lançado
novo Corolla não poderia ter se saído
melhor.


A surpresa mais agradável ficou por conta da
versão XLi com câmbio mecânico. Equipada
com motor de 1.6 litro de 110 cavalos de potência,
surpreendeu pelo vigor das acelerações
e retomadas, mesmo em baixos giros. Essa versão
do novo modelito da Toyota, “queridinho”
da montadora no mundo inteiro, pesa consideráveis
1.140 kg mas respondeu ao pedal do acelerador como se
pesasse muito menos.


Já a versão XEi, intermediária,
equipada com câmbio automático de quatro
velocidades mais over-drive, embora com motor de 1.8
litro de 136 cv de potência, mostrou-se com qualidades
mais próximas daquelas típicas de um carro
médio familiar do que de um sedan mais nervoso.
Nem poderia ser diferente. As relações
do câmbio são bem escalonadas mas, como
é de se esperar de uma transmissão automática,
imprime comportamento mais comportado ao modelo.
















fotos:
Divulgação




















GOSTOSO
DE DIRIGIR



As duas motorizações garantem desempenho
ágil e respostas precisas

Você
decide: motor de 110 cavalos ou de 136 cv; câmbio
automático ou mecânico. Tanto faz. Os dois
motores são modernos e bem resolvidos, fabricados
com bloco de cabeçote em alumínio. Mas
o principal trunfo desses dois propulsores, ambos de
16 válvulas, é o exclusivo sistema de
comando de válvulas variável inteligente,
que a Toyota batizou de VVT-i.


O consumidor leigo não está nem ai para
essa designação, e muito menos para as
explicações técnicas do que isso
significa. Nem precisa. Na prática o motorista
vai perceber que o carro responde prontamente e com
bastante força desde as primeiras rotações
do motor e, quando em altas velocidades, disponibiliza
potência de sobra para acelerações
intermináveis.


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INTERIOR
BEM RESOLVIDO




Bons comandos e direção hidráulica
progressiva garantem dirigibilidade


Não é apenas por causa dos motores que
o novo Corolla é gostoso de dirigir. As duas
versões avaliadas são bem resolvidas internamente,
com bancos firmes e agradavelmente envolventes e os
comandos são bem posicionados.


O câmbio mecânico, cinco marchas, tem bom
escalonamento e a alavanca, bem posicionada, permite
engates rápidos e precisos. Tem quem não
goste, pois essa precisão só é
possível com as marchas bem pertos umas das outras,
o que pode acarretar, para motoristas menos hábeis,
alguma dificuldade em “encontrar” uma terceira
ou quinta marchas.


Já a versão com câmbio automático,
embora mais lenta, oferece o “quick-dow”
, aquela apertada mais funda no acelerador para “chamar”
uma marcha mais curta, bastante rápido. Além
disso, pode-se optar pelo acionamento, ou não,
do over-drive, tornando a quarta marcha mais longa ou
mais curta, de acordo com as necessidades do momento.


Outro aspecto que proporciona boa dirigibilidade ao
modelo é a suspensão. Na traseira, conta
com barra de torção e barra estabilizadora.
Na dianteira, conta com o tradicional sistema McPherson
independente, com barra estabilizadora. Em relação
ao Corolla europeu e norte-americano, a suspensão
do modelo fabricado no Brasil é um pouco mais
dura e um pouco mais alta.


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CONFORTÁVEL
E ESPAÇOSO


Nível de equipamentos e espaço
interno garantem qualidade do habitáculo




Todas as versões do novo Corolla são equipadas
com regulagem de altura no banco do motorista e no volante
da direção. Como itens de série,
o carro também apresenta aviso sonoro de chave
na ignição e de faróis ligados,
comando interno de abertura do porta-malas (não
dá para abrir o porta-malas por fora sem chave)
e do tanque de combustível, console entre os
bancos dianteiros com porta-copos e porta-objetos, desembaçador
do vidro traseiro, limpador de pára-brisa com
temporizador de velocidade, relógio digital,
travas, vidros, espelhos e retorvisores elétricos,
ar-condicionado e CD Player.


Embora em física não existam milagres,
no caso do Corolla os designers e engenheiros da montadora
conseguiram, efetivamente, aumentar o espaço
interno. Todas as dimensões foram modificadas,
a começar pelo entre-eixos, que passou de 2.465
mm para 2.600 mm, o que representa mais espaço
para todos os ocupantes. Em termos de comprimento, o
carro passou de 4.395 mm para 4.530 mm, além
de ter sua largura também aumentada de 1.690
mm para 1.705 mm.


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VISUAL
AGRADÁVEL


Gosto não se discute, mas visual
externo agradou por unanimidade




De modo geral, o design do modelo agradou bastante.
Eu, pessoalmente, não gostei das lanternas traseiras,
com luzes internas arredondadas e com um tom meio conservador.
Mas os faróis dianteiros com duplo refletor,
integrados com as linhas do capô e em continuidade
com o pára-choque, estes sim, agradam ao primeiro
olhar, garantindo um aspecto imponente ao veículo.


A lateral chama atenção pela linha de
cintura mais elevada e contornos suaves. As rodas, tanto
as de alumínio quanto as com calotas, têm
desenhos modernos e harmoniosos, bem casados com o conjunto
visual do veículo.


Na versão SE-G, a mais luxuosa (não avaliada),
o Corolla tem linhas verticais na grade dianteira, enquando
as demais versões têm grade com linhas
horizontais, a meu ver, mais bonitas e harmoniosas.
Todas as versões possuem maçanetas externas,
moldura lateral, pára-choque e retrovisores externos
pintados na cor do veículo. Enfim, tanto em design
quanto em desempenho, o novo Toyota Corolla deixa um
recado curto e grosso para todos concorrentes desse
segmento, em especial para o compatriota da Honda: “O
Civic que se cuide....”


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