Lançamentos 2 min. de leitura

Novo Eclipse Cross é registrado no Brasil

Patentes do modelo reestilizado, que tem visual menos controverso, já estão no INPI; SUV deve chegar em 2022

Redação WM1
Redação WM1

Patrocinado

O Mitsubishi Eclipse Cross reestilizado foi registrado no Brasil. As patentes do modelo, que ganhou visual menos controverso, já constam no Instituto Nacional da Propriedade Individual (INPI). O SUV, que perdeu a polêmica traseira com vidro dividido, deve começar a ser vendido em nosso mercado em 2022.

3
Mitsubishi Eclipse Cross Phev 52
Novo Mitsubishi Eclipse Cross terá novidades na dianteira e na traseiraCrédito: Divulgação
3
Inpi1
Reestilização de meia vida do Eclipse Cross foi registrada no INPICrédito: Reprodução

O novo Eclipse Cross chega com certo “atraso” ao nosso país por motivo simples. O SUV é montado na fábrica de Catalão, em Goiás, e a adaptação da linha deve demorar um pouco. A Mitsubishi trabalha com o prazo de um ano para realizar todas as alterações e desenvolver peças junto aos fornecedores.

Mudanças no design do Eclipse Cross

O novo Eclipse Cross passou por consideráveis mudanças em termos de design. Para começo de conversa, perdeu, como já mencionamos, a traseira com o controverso vidro dividido. Além disso, as lanternas têm novo formato, em “L”.

Na dianteira, o Mitsubishi Eclipse Cross passa a ter faróis superiores um pouco mais afilados, que parecem completar os filetes cromados da grade. Para fechar, o modelo também tem novas rodas aro 18”.

3
Inpi2
Modelo perdeu a polêmica traseira com vidro divididoCrédito: Reprodução

No interior, o SUV ganhou central multimídia “flutuante” com tela de 8” e conectividade com Android Auto e Apple CarPlay. Ainda não se sabe se a HPE trará a novidade para o Eclipse Cross que será comercializado por aqui.

Compre seu Mitsubishi 0 km, seminovo ou usado na Webmotors

Em termos mecânicos, o SUV mantém o motor 1.5 turbo de 165 cv e 25,5 kgf.m aliado ao câmbio automático do tipo CVT. No Japão, porém, o modelo ganhou nova versão híbrida com propulsor 2.4 a gasolina e dois motores elétricos. A autonomia elétrica do veículo é de 70 km. É cedo para saber se a variante será vendida no Brasil, mas é bom frisar que alguns fabricantes já apostam em opções eletrificadas em nosso mercado.


Tags

Redação WM1

Escrito por Redação WM1

.

Mais artigos do autor

Notícias relacionadas