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Abeifa fecha 2024 com crescimento de 141,1%

Emplacamentos de veículos das associadas registraram aumento significativo na comparação com o fechamento de 2023

André Deliberato
André Deliberato

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As dez marcas filiadas à Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa) emplacaram 104.729 unidades em 2024, volume 141,1% superior ao de 2023, quando foram vendidos 43.431 automóveis.

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Porsche Macan 4
Porsche Macan 4Crédito: Divulgação

Destaque especial para os dados de veículos eletrificados no ano passado: 94.930 unidades, o que representou 53,2% do mercado total desse segmento – que teve 178.430 unidades emplacadas.

As 104.729 unidades comercializadas em 2024 representaram market share de 4,2% do total de 2.484.721 unidades do mercado interno brasileiro de automóveis e comerciais leves.

“Em janeiro de 2024, os veículos elétricos passaram a absorver alíquota do imposto de importação de 10%, os plug-in de 12% e os híbridos, de 15%. Depois, em julho, essas alíquotas passaram a ser, respectivamente, de 18%, 20% e 25%. Por outro lado, na segunda quinzena de março, o dólar bateu acima dos R$ 5 e, no penúltimo dia de novembro, ultrapassou a barreira dos R$ 6… Ainda assim, as associadas à entidade conseguiram chegar às 103.091 unidades importadas vendidas, com desempenho positivo de seis das dez marcas filiadas”, analisa Marcelo Godoy, atual presidente da Abeifa.

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Somadas as 1.638 unidades produzidas localmente, as associadas à Abeifa registraram no ano passado 104.729 unidades emplacadas, o que representou 4,2% de market share do mercado interno brasileiro.

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“Trata-se de um percentual salutar para os consumidores e para o setor automotivo brasileiro porque a presença de veículos importados, com suas tecnologias up-to-date, beneficiam os compradores e incentivam os fabricantes locais no processo de atualização de seus produtos”, argumenta Godoy. Para ele, o market share das associadas à Abeifa no segmento de eletrificados, de 53,2%, traduz a preferência dos consumidores por novas tecnologias.

“Por conta desse cenário o futuro próximo do setor de importação veicular ainda está incerto. Mas arrisco dizer que podemos prever crescimento de 5% em 2025, alicerçado em bases factíveis como o aumento expressivo de novos produtos, recheados de novas tecnologias”, prevê o executivo.

“De qualquer maneira, registro nosso desagravo em relação às medidas alfandegárias e suspensão de incentivos de impostos municipais de veículos importados eletrificados, já que estes são os primeiros a contribuir com o processo de descarbonização do setor automotivo brasileiro”, conclui o Godoy.


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André Deliberato

Escrito por André Deliberato

Editor-assistente

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