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Primeiras impressões ao dirigir do novo Honda WR-V

O colunista Fernando Calmon acelerou o Honda WR-V. Confira as impressões ao dirigir, com pontos positivos e negativos

Fernando Calmon
Fernando Calmon

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Logo à primeira vista, o novo SUV compacto da Honda chama atenção pela grade retangular clássica, capô elevado e plano, além das lanternas traseiras bem dimensionadas. Apenas a versão topo de linha do WR-V inclui as indefectíveis (e dispensáveis) barras no teto.

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Honda WR-V EXL
Honda WR-V é o mais recente lançamento da marca no BrasilCrédito: Divulgação

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Trata-se de um modelo mais em conta que o HR-V, mas que mantém o mesmo motor flex de aspiração natural, 1.5 litro, 126 cv de potência e 15,8 (E)/15,5 kgfm (G). Tem 4,32 metros de comprimento, 2,65 metros de entre-eixos, 1,79 metro de largura, 1,65 metro de altura e porta-malas com capacidade para 458 litros. O tanque pega 44 litros e o vão livre do solo é bom: 22,3 cm. Para completar, o câmbio é automático CVT, com sete marchas.

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Honda WR-V é o único modelo da categoria capaz de brigar com o Nissan Kait em termos de tamanho
Honda WR-V é o único modelo da categoria capaz de brigar com o Nissan Kait em termos de tamanhoCrédito: Divulgação

Estas medidas destacam-se em relação às dos concorrentes e até às do HR-V, que tem entre-eixos e porta-malas menores. Destaque para o pacote de segurança: frenagem autônoma de emergência, assistência de partida em subidas e câmera de ré com três vistas, entre outros. Pormenor interessante: os retrovisores recuados permitem vão visível antes das colunas dianteiras.

No interior, só há entradas USB-A (mais lentas) para o banco traseiro e faz falta o freio de estacionamento eletromecânico. São muito bons o banco do motorista com estabilização corporal e o espaço para pernas no banco traseiro.

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As respostas ao acelerador não são tão convincentes como as dos motores turbo, mas têm boa elasticidade
Honda WR-V EXLCrédito: Divulgação

As respostas ao acelerador não são tão convincentes como as dos motores turbo, embora apresente boa elasticidade. Uma característica interessante: o câmbio permite aplicar o freio motor com apenas um toque no acelerador em descidas. Comportamento em curvas, rodagem confortável em pisos irregulares e bom isolamento acústico foram pontos relevantes na viagem de avaliação de Porto Alegre a Xangri-Lá (RS).

Lá está instalado o parque eólico da fabricante, que é responsável por toda sua energia elétrica consumida. A garantia é total de seis anos. Preços: R$ 144.900 (EX) e R$ 149.900 (EXL).

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Escrito por Fernando Calmon

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