{"id":662027,"date":"2011-01-28T12:08:00","date_gmt":"2011-01-28T12:08:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.webmotors.com.br\/wm1\/testes\/teste-chevrolet-volt-energia-renovada"},"modified":"2026-09-17T03:50:03","modified_gmt":"2026-09-17T06:50:03","slug":"teste-chevrolet-volt-energia-renovada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.webmotors.com.br\/wm1\/testes\/teste-chevrolet-volt-energia-renovada","title":{"rendered":"Teste Chevrolet Volt: energia renovada"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><b> \u2013 Detroit, EUA<\/b> &#8211; A General Motors apostou na originalidade. E agora vai confirmar se colocou suas fichas no conceito certo. O Chevrolet Volt come\u00e7ou a chegar no mercado americano neste m\u00eas de janeiro com o desafio de dar um novo rumo \u00e0 l\u00f3gica seguida at\u00e9 agora para a eletrifica\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos. O Volt foi uma das \u00faltimas ousadias da GM antes da crise de 2008, que quase levou a gigante norte-americana \u00e0 derrocada. Por isso, ele passou a ser tamb\u00e9m o principal trunfo da montadora para se reerguer. E foi mostrado j\u00e1 praticamente pronto em todos os grandes sal\u00f5es de autom\u00f3veis desde Paris em 2008. Agora, saneada, a montadora p\u00f5e nas ruas as primeiras unidades do carro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O modelo \u00e9 uma esp\u00e9cie de terceira gera\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos criados para um futuro com o petr\u00f3leo muito caro e escasso, depois do h\u00edbrido e do plug-in. O Volt seria a mistura desses dois modelos de mobilidade. \u00c9 um ve\u00edculo plug-in \u2013 que se recarrega atrav\u00e9s da rede el\u00e9trica \u2013 e com sistema de recupera\u00e7\u00e3o e energia durante as desacelera\u00e7\u00f5es e frenagens. E pode se manter sem consumir uma gota de combust\u00edvel enquanto ficar limitado a trajetos m\u00e9dios &#8220;entre tomadas&#8221; de 60 km. Mas se iguala a um h\u00edbrido no momento em que \u00e9 necess\u00e1rio ir mais longe. Com o aux\u00edlio do motor a combust\u00e3o, o Volt \u00e9 capaz de rodar at\u00e9 600 km sem reabastecimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para dar esse f\u00f4lego, entra em cena um motor a explos\u00e3o \u2013 1,4 16V com comando vari\u00e1vel e inje\u00e7\u00e3o direta de 84 cv. Ele aciona um gerador de 55 kW que carrega a bateria de \u00edon-l\u00edtio de 16 kWh com 288 elementos. Esta bateria, em forma de &#8220;T&#8221;, pesa 198 kg e fica instalada no assoalho do carro. Ela tem at\u00e9 um sistema de controle de temperatura, para esfri\u00e1-la ou aquec\u00ea-la \u2013 j\u00e1 que em temperaturas muito baixas, baterias perdem a capacidade de fornecer energia. A do Volt alimenta um motor el\u00e9trico de 111 kW ou 151 cv de pot\u00eancia, com torque de 37,5 kgfm. E \u00e9 esse motor que move o modelo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A sofistica\u00e7\u00e3o dos sistemas chegou a criar d\u00favidas sobre como classificar o Volt. Isso porque quando a bateria vai a zero, a energia gerada pelo motor a combust\u00e3o alimenta de forma imediata, mas n\u00e3o direta, o motor el\u00e9trico de tra\u00e7\u00e3o. Segundo a GM, isso n\u00e3o torna o Volt um h\u00edbrido plug-in porque s\u00f3 o motor el\u00e9trico tem acesso \u00e0s rodas. Seja como for, o fato \u00e9 que o sed\u00e3 \u2013 compacto para os Estados Unidos e m\u00e9dio para o Brasil \u2013 \u00e9 incrivelmente eficiente no que se prop\u00f5e: ser um carro sem as limita\u00e7\u00f5es de autonomia, consumo ou de condu\u00e7\u00e3o que afetam os modelos que buscam efici\u00eancia energ\u00e9tica. Parece at\u00e9 um carro comum.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O interior do modelo busca refor\u00e7ar a ideia de ser um carro ortodoxo, embora moderno. O painel de instrumentos d\u00e1 lugar a uma tela de cristal l\u00edquido, que informa sobre consumo, velocidade e condi\u00e7\u00f5es da bateria e do motor a explos\u00e3o. Outra tela, no console central, monitora r\u00e1dio, GPS, ar-condicionado. Os comandos, do tipo &#8220;touch&#8221;, ficam em um painel de pl\u00e1stico brilhoso, que pode ser branco, cinza ou preto, dependendo da cor do ve\u00edculo. O c\u00e2mbio \u00e9 CVT e tem um alavanca bem minimalista. Tamb\u00e9m entre os bancos, com abas bem altas, um apoio de bra\u00e7os escamoteia um porta-objetos de boa capacidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas a verdadeira alma do Volt \u00e9 a bateria. Tanto que ela tem uma garantia especial, de 160 mil quil\u00f4metros ou oito anos \u2013 pr\u00f3xima \u00e0 durabilidade estimada, de 10 anos. O custo de reposi\u00e7\u00e3o, estimado entre US$ 7,5 mil e US$ 10 mil, invibializa a extens\u00e3o da vida \u00fatil de um carro que, zero-quil\u00f4metro, sai a US$ 41 mil. A import\u00e2ncia da bateria \u00e9 tal que determinou at\u00e9 o estilo do carro. Como ela forma um t\u00fanel entre os bancos dianteiros e traseiros e se bifurca sob o assento traseiro, o Volt virou necessariamente um 2+2. J\u00e1 que esta configura\u00e7\u00e3o era inescap\u00e1vel, a Chevrolet tratou de dar ao modelo um ar um pouco mais esportivo. A frente \u00e9 bem agressiva, com spoiler que quase raspam o ch\u00e3o e far\u00f3is bem estreitos. A impress\u00e3o \u00e9 refor\u00e7ada pela falsa grade dianteira na cor prata, dividida por uma barra horizontal na cor da carroceria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa frente, caracter\u00edstica da marca Chevrolet, \u00e9 a maior diferen\u00e7a entre o americano Volt e o alem\u00e3o Opel Ampera, que ser\u00e1 vendido na Europa. No perfil, uma pequena ilus\u00e3o de \u00f3tica: a linha de cintura alt\u00edssima \u00e9 disfar\u00e7ada por um painel preto, com acabamento laqueado, que d\u00e1 a impress\u00e3o de que a \u00e1rea envidra\u00e7ada \u00e9 maior do que \u00e9 e cria uma sensa\u00e7\u00e3o de velocidade. A traseira tem linha retas, esculpidas \u2013 inclusive as lanternas \u2013, com quinas vivas no para-choque traseiro. Tudo no novo carro da Chevrolet tenta transmitir uma imagem de efici\u00eancia e modernidade. Valores que a General Motors espera consolidar na era Volt, que est\u00e1 come\u00e7ando.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><b>Primeiras impress\u00f5es: sil\u00eancio enf\u00e1tico<\/b><br>Uma das primeiras dificuldades que se enfrenta com o Volt \u00e9 saber se o carro est\u00e1 ou n\u00e3o ligado. N\u00e3o h\u00e1 ru\u00eddos ou vibra\u00e7\u00f5es, a n\u00e3o ser em situa\u00e7\u00f5es de temperatura muito baixa. Nesse caso, o motor a gasolina \u00e9 acionado at\u00e9 que a bateria atinja a temperatura ideal para fornecer energia. Em situa\u00e7\u00f5es normais, a sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 de se estar a bordo daqueles carrinhos de aeroporto ou de parque de divers\u00f5es. Mas fora isso, tudo no Volt foi projetado para soar o mais familiar poss\u00edvel para os egressos de modelos convencionais. E, depois de passado o estranhamento inicial, \u00e9 o que acontece.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De fato, poucos detalhes denunciam a condi\u00e7\u00e3o de EREV do Volt \u2013 Extended Range Electric Vehicle, ou ve\u00edculo el\u00e9trico de autonomia estendida, em ingl\u00eas. O interior, desenhado para quatro pessoas, n\u00e3o o deixa muito distante de um cup\u00ea m\u00e9dio. O desenho da carroceria, baixa e de linhas marcantes, ajuda nessa impress\u00e3o. O interior, com um console central avan\u00e7ado e cockpit sim\u00e9trico, n\u00e3o \u00e9 um exemplo de generosidade espacial. Mas \u00e9 muito bem acabado e usa materiais de primeira linha.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O c\u00e2mbio, apesar da insinuante alavanca curta, n\u00e3o faz muitos truques. A transmiss\u00e3o continuamente vari\u00e1vel, CVT, d\u00e1 pouca margem para intera\u00e7\u00e3o. Tem as posi\u00e7\u00f5es tradicionais e s\u00f3. A forma de comunica\u00e7\u00e3o com o motor \u00e9 mesmo o pedal do acelerador. E quando acontece, \u00e9 um bocado eloquente. O Volt acelera forte. E pelo torque que tem, de 37,5 kgfm, faria ainda mais se os sistemas eletr\u00f4nicos n\u00e3o interviessem para &#8220;civilizar&#8221; a rela\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O trajeto de teste, nos arredores de Detroit, tinha trechos em estrada e outros em ruas de sub\u00farbio. Isso permitiu avaliar o Volt em condi\u00e7\u00f5es cotidianas. As duas de modo relativamente &#8220;calmo&#8221;. As provoca\u00e7\u00f5es vindas do visual esportivo e do baix\u00edssimo centro de gravidade do modelo n\u00e3o encontraram terreno para uma resposta \u00e0 altura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O sil\u00eancio absoluto imperou at\u00e9 que a bateria chegou ao fim da carga. Mas nem a\u00ed o Volt &#8220;vira ab\u00f3bora&#8221;. Nesse ponto, o rascante motor a explos\u00e3o entrou em a\u00e7\u00e3o meio na surdina. A princ\u00edpio, em giros baixos. Depois, quando abusado, falou um pouco mais alto. Em todas as circunst\u00e2ncias, as respostas do Volt sempre foram imediatas e fortes. E qualquer pequena distra\u00e7\u00e3o era suficiente para esquecer que o Volt n\u00e3o \u00e9 um carro normal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><b>Ponto a ponto<\/b><br><b>Desempenho \u2013 <\/b>O Volt \u00e9 um carro ecologicamente correto. Mas nem por isso \u00e9 comportado ou enfadonho. O motor el\u00e9trico, gerenciado por um c\u00e2mbio CVT, tem pot\u00eancia equivalente \u00e0 de um motor 2.0 com o dobro do torque: 151 cv, que atuam diretamente sobre as rodas dianteiras. O torque, de 37,5 kgfm \u2013 igual \u00e0 de um 3.5 litros \u2013 \u00e9 t\u00e3o expressivo que as primeira rea\u00e7\u00e3o do Volt, quando se pisa no acelerador de uma vez, \u00e9 comprimir o corpo dos ocupantes contra o encosto. Mas logo os sistemas de controle entram em a\u00e7\u00e3o e acalmam os \u00e2nimos. O comportamento do Volt n\u00e3o permite diferenci\u00e1-lo de um ve\u00edculo ortodoxo de boa pot\u00eancia, seja funcionando apenas com a carga da bateria, seja com o motor a combust\u00e3o acionado. Os testes j\u00e1 realizados aferiram n\u00fameros de acelera\u00e7\u00e3o de zero a 100 km\/h em torno de 9 segundos. O sed\u00e3 m\u00e9dio \u2013 considerado compacto nos Estados Unidos \u2013 tamb\u00e9m se mostrou bem en\u00e9rgico nas retomadas. A m\u00e1xima, determinada pela engenharia da GM, \u00e9 de 160 km\/h. <b>Nota 9. <\/b><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><b>Estabilidade \u2013 <\/b>O Volt n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o comportado, mas o circuito escolhido pela GM era dos mais travados. Mesmo assim, na &#8220;highway&#8221; o carro p\u00f4de se mostrar bastante est\u00e1vel em retas, sem insinua\u00e7\u00e3o de flutua\u00e7\u00e3o. Nas curvas de baixa velocidade, t\u00edpica de ruas dos sub\u00farbios de Detroit, ficou bastante neutro, mesmo quando for\u00e7ado. O que j\u00e1 era esperado. Afinal, s\u00e3o 200 kg de bateria instalados bem o centro de um ve\u00edculo de 1.715 kg no total. Al\u00e9m do centro de gravidade rebaixado, o pr\u00f3prio carro, baixo e largo, favorece o equil\u00edbrio. <b>Nota 8. <\/b><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><b>Interatividade \u2013 <\/b>A primeira orienta\u00e7\u00e3o dos complexos sistemas do Volt foi serem &#8220;fool-proof&#8221; \u2013 \u00e0 prova de bobagens. S\u00e3o duas telas de 7 polegadas que informam e alertam sobre tudo que acontece com o carro. Al\u00e9m disso, h\u00e1 tr\u00eas configura\u00e7\u00f5es diferentes na forma de conduzir: al\u00e9m dos autoexplicativos Normal Mode e Sports Mode, h\u00e1 o Hill Mode, que em o carro guarda energia antes de enfrentar uma subida de serra. A n\u00e3o ser pelo sil\u00eancio e pelo painel, que n\u00e3o deixa esquecer que o carro \u00e9 movido por um motor el\u00e9trico, nada difere o Volt de um modelo normal de bom n\u00edvel tecnol\u00f3gico. <b>Nota 8. <\/b><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><b>Consumo \u2013 <\/b>Durante o teste, de cerca de 80 quil\u00f4metros, que consumiu toda a carga de bateria do modelo, o Volt teve um consumo m\u00e9dio de 17 km\/l. <b>Nota 9. <\/b><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><b>Conforto \u2013 O espa\u00e7o interno n\u00e3o \u00e9 exatamente o forte do Volt. Seria como um m\u00e9dio normal, n\u00e3o fosse a enorme bateria que cria um t\u00fanel central maior at\u00e9 que o do velho Chevette. Sobram quatro lugares isolados pela enorme bateria. O espa\u00e7o \u00e9 medido e o teto \u00e9 um tanto baixo \u2013 o que vai dificultar bastante o acesso ao habit\u00e1culo dos americanos mais balofos. Uma vez dentro, os bancos s\u00e3o confort\u00e1veis e o interior \u00e9 bem atraente e silencioso. N\u00e3o falta nenhum recurso de conforto importante. A suspens\u00e3o \u00e9 bem firme, em um estilo bastante europeu para um modelo americano. <b>Nota 7. <\/b><b>Tecnologia \u2013 <\/b>O Volt nasceu para tentar responder como ser\u00e1 o carro do futuro. Ele mistura os conceitos de ve\u00edculos el\u00e9tricos, que respondem \u00e0s necessidades da vida urbana, com os de h\u00edbridos, que s\u00e3o econ\u00f4micos e t\u00eam grande autonomia. Al\u00e9m disso, traz recursos de seguran\u00e7a na constru\u00e7\u00e3o \u2013 com diferencia\u00e7\u00e3o estrutural com a\u00e7os nobres \u2013 e tamb\u00e9m nos equipamentos, como controle de tra\u00e7\u00e3o, ABS e airbags. H\u00e1 ainda o sistema OnStar, que conecta o Volt \u00e0 Internet 3G \u2013 inclu\u00eddo no pre\u00e7o do carro por cinco anos. <b>Nota 10. <\/b><\/b><b>\n<\/b><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><b><b>Habitabilidade \u2013<\/b> Como \u00e9 um carro de pequena altura e com bancos baixos, entrar e sair do Volt exige um certo alongamento. Cada um dos quatro ocupantes fica &#8220;confinado&#8221; a um cockpit individual. Mas como trata-se de um projeto americano, h\u00e1 porta-objetos e porta-copos suficientes. A capacidade do porta-malas, de 300 litros, \u00e9 ligeiramente prejudicada pelo espa\u00e7o que a bateria ocupa. Consegue ser menor que o porta-malas do Civic brasileiro. <b>Nota 6. <\/b><\/b><\/p>\n\n\n\n<b>\n<p><b>Acabamento \u2013<\/b>Os materiais utilizados no Volt transmitem requinte e modernidade que quase justificam o salgado pre\u00e7o em torno de US$ 42 mil. Acabamento em couro, pain\u00e9is em tecido, laqueados e em pl\u00e1stico espumado s\u00e3o agrad\u00e1veis de conviver. <b>Nota 8. <\/b><\/p>\n<p><b>Design \u2013<\/b> O Volt que chega agora ao mercado norte-americano \u00e9 muito pr\u00f3ximo ao que vem sendo apresentado desde Paris 2008. E nem mesmo naquela \u00e9poca as linhas eram revolucion\u00e1rias. O que era ent\u00e3o levemente ousado passou a ser, nesse intervalo, quase comum. Mas as linhas esculpidas s\u00e3o harmoniosas e atraentes. A grade horizontal, t\u00edpica da Chevrolet, ganha um ar mais arrojado com os pain\u00e9is em prata. <b>Nota 8. <\/b><\/p>\n<p><b>Custo\/Benef\u00edcio \u2013<\/b> Um sed\u00e3 normal do porte e com todos os recursos de conforto do Volt custa, nos Estados Unidos, menos de US$ 20 mil S\u00f3 que o modelo da Chevrolet tem caracter\u00edsticas bem peculiares, que o tornam uma op\u00e7\u00e3o mais conceitual do que financeira. Mesmo com toda a ideologia por tr\u00e1s do carro, US$ 42 mil continua muito caro \u2013 o h\u00edbrido Toyota Prius, por exemplo, sai por US$ 28 mil. <b>Nota 6. <\/b><br><b>Total \u2013 O Chevrolet Volt somou <b>79 <\/b>pontos em <b>100<\/b> poss\u00edveis.<\/b><\/p><b>\n<p><i>As opini\u00f5es expressas nesta mat\u00e9ria s\u00e3o de responsabilidade de seu autor e n\u00e3o refletem, necessariamente, a opini\u00e3o do site WebMotors.<\/i><\/p>\n<p><a href=\" http:\/\/www.twitter.com\/WebMotors \" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/emailmarketing.webmotors.com.br\/newsletter\/twitter.gif\" alt=\"Twitter\" border=\"0\"><\/a><br>_________________<\/p>\n<p><b> Gosta de sed\u00e3s?<\/b><\/p>\n<p>Ent\u00e3o veja as ofertas do segmento da moda no <b>WebMotors<\/b>:<\/p>\n<p><a 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