A Tasman não passa despercebida e parece ser exatamente isso o que a Kia almeja. Seu porte é bem próximo ao da líder Hilux: tem 5,41 metros de comprimento, 3,27 metros de entre-eixos, 1,93 metro de largura e 1,87 metro de altura.
A caçamba leva 1.173 litros, capacidade quase 20% maior que a modelo da Toyota, que é fabricado na Argentina e apenas R$ 5.300 mais barato que a Tasman de origem sul-coreana - que é taxada com 35% de imposto de importação.
O motor é turbodiesel, com 2.151 cm³, 210 cv de potência, 45 kgfm de torque, câmbio automático epicíclico de oito marchas e tração 4x4 com reduzida. Acelera de zero a 100 km/h em 9,7 segundos e tem modos de Normal, Eco, Sport e Smart, além de lama, areia e neve.
Para o fora de estrada destacam-se os 231 mm de vão livre do solo, os ângulos de entrada de 28,9 graus e de 25 graus de saída, e o de rampa, de 23,7 graus. A capacidade de imersão e de 800 mm.
A carroceria é monobloco, diferente do chassi tradicional de longarinas. No padrão Inmetro, os consumos são os seguintes: cidade, 9,5 km/l, e estrada, 10,9 km/l. O tanque pega 80 litros.
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O conjunto motor e câmbio não impressiona tanto, já que a Tasman pesa 2.248 kg, mas dá conta do recado. Outro recurso que funciona bem é o controle de descida. Em rampas mais fortes, basta acionar o sistema e a picape passa a controlar a velocidade, sem que o motorista acione constantemente o freio. Em situação de baixa aderência, transmite segurança. Preço: R$ 249.990.
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