Guia de compra – Citroën C3 exige cuidados na avaliação

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Alexandre Ramos
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- O Citroën C3 foi apresentado em 2003, sendo disponibilizado inicialmente apenas com motor de 1,6 litro, 16 válvulas e 110 cv de potência. Na verdade era um velho conhecido dos brasileiros, pois há muito já equipava o Peugeot 206 nas versões mais caras. Não se esqueça de que ambas as marcas pertencem ao grupo francês PSA e, por isso, há esse "compartilhamento" de motorização.

As versões do C3 eram a básica GLX e a top Exclusive. Ambas traziam direção hidráulica com assistência elétrica, rodas de aro 15” de ferro na básica e de liga-leve na top, painel digital, regulagem de altura do banco do motorista e de profundidade e altura do volante, freios a disco nas quatro rodas com ABS etc. A top trazia acabamento em veludo, descansa-braços central e ar condicionado como diferenciais, entre outros.

Logo após a apresentação do C3, surgiu o GLX com opção de motor 1.4 de oito válvulas, que foi uma tentativa de baixar um pouco o preço do modelo, que não estava engrenando no mercado por ser caro. Mas, como o motor 1.4 era importado, o valor do carro não baixou substancialmente. Tanto é que, em 2005, a Citroën apresentou o 1.4 8V nacionalizado, o que proporcionou uma queda de preços mais significativa do C3.

Em 2004 surge a versão especial Ocimar Versolato, com forração preta em couro, tapetes personalizados, ponteira de escape cromada e até mesmo uma bolsa, chaveiro e tapetes personalizados. A base era o C3 1.6 16V, mas o que mais marcou essa série foi um grande desentendimento entre o presidente da Citroën, Sérgio Habib, e o estilista, numa briga tão ruidosa que ganhou as páginas de revistas e jornais. Sem dúvida um fato inusitado quando se fala que a motivação foi uma série especial de um veículo...

Em 2006 é apresentada a versão 1.6 16V Flex, seguida pelo XTR 1.6 16V Flex. Num primeiro momento se imaginava que o XTR fosse mais um dos hediondos pseudo-off-roads que infestam o mercado, com quebra-matos, estribos, faróis de neblina nem todos presentes no C3, é bom ressaltar, mas com tanta capacidade fora-de-estrada quanto uma geladeira... Na verdade, o XTR era voltado para uso urbano, numa idéia original por parte da empresa.

Ainda em 2006 é criada a série especial Musique, o primeiro carro nacional com iPod de série 1 GB, com capacidade para aproximadamente 240 músicas integrado ao sistema de som. Todas as versões do C3, inclusive a XTR, podiam ser "Musique".

Para a linha 2007, o C3 ganha lanternas traseiras e repetidores laterais translúcidos, itens apresentados originalmente no XTR. Além disso, houve mais um reposicionamento de preço para a versão básica, numa tentativa de ganhar espaço no mercado de compactos.

Comprando um C3 usado

Existe uma série de cuidados na hora de comprar um C3, principalmente os primeiros fabricados em 2003, que tendem a apresentar mais problemas. Nesses carros mais antigos foram registrados problemas como limitadores das portas que se soltam, assim com os botões dos vidros elétricos, vidros das portas riscados com o movimento de sobe-e-desce, rebarbas nos acabamentos de plástico, deformação em alguns dos plásticos internos, ruídos internos e até mesmo pane no sensor de temperatura defeito presente igualmente em unidades mais recentes, que, por sua vez, foi motivo de boletim de chamada para troca por parte do fabricante. Então fica a dica: evite a aquisição desses C3 mais antigos sem dar uma examinada detalhada no veículo.

Mas não é apenas nesses itens que se deve tomar cuidado na hora de comprar um C3 usado. Os ruídos na suspensão dianteira, que são alvo de freqüentes visitas às concessionárias por parte dos consumidores – problema nem sempre resolvido – acompanham o C3 desde o início de sua produção no Brasil. As bandejas são apontadas como as causadoras desses ruídos. Da mesma forma algumas unidades ainda apresentam excesso de barulhos de acabamento, mesmo após todos esses anos de "maturação" do produto.

Rangidos na junta elástica do escape, luz de injeção que acende sem motivo e que demanda uma visita à concessionária para apagá-la, ruídos dos freios dianteiros, infiltração de água nos faróis, caixa de direção ruidosa, dificuldade de fechamento das portas, além de acionamento problemático da buzina – quando simplesmente não deixa de funcionar – também estão entre os defeitos que costumam aparecer nos C3. Lembre-se de que isso não significa que todos os C3 apresentem esses problemas, mas que essas ocorrências se manifestaram num grande número de unidades.

Peças caras e problemas nas concessionárias, principalmente de atendimento e qualidade de serviço, finalizam a lista de queixas dos donos de C3.

O diretor de pós-venda da Citroën do Brasil, Sérgio Rodrigues da Silva, alegou que a empresa tem feito esforços no sentido de tornar a relação com o consumidor mais transparente e, desde junho, tem afixado na recepção de suas concessionárias uma tabela de preços de revisão para itens obrigatórios. "O problema", alega José Conceição Neves, comerciante paulista que comprou um C3 2005 usado e já o vendeu, "é que dificilmente você gasta os R$ 195 mostrados na tabela; a lista de componentes que são diagnosticados como necessitando de substituição é sempre bem maior que isso. E por isso vendi o carro."

Rodrigues diz ainda que a empresa tem crescido e tem feito um grande trabalho de adequação à nova realidade de mercado que está vivendo: "Antes, vendíamos 3.700 carros por mês e hoje vendemos cerca de 6.000 carros/mês; assim, temos feito um grande esforço para tornar nossa relação com o cliente cada vez mais clara e objetiva, seja oferecendo peças e serviços mais baratos e de qualidade, seja treinando a rede cada vez mais para que o consumidor saia satisfeito”

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