A partir de agosto, de acordo com a Agência Nacional de Petróleo e Biocombustível (ANP), os motoristas terão uma nova gasolina e de melhor qualidade para abastecer seus veículos. A informação está presente na resolução 807/20 do órgão, que estabelece uma nova especificação para o combustível em nível nacional.
A gasolina passa a ter regulação com massa específica mínima de 715 kg/m³. Esse índice não era regulamentado no Brasil, mas tal diretriz é comum nos Estados Unidos e Europa. Além disso, o número mínimo de octanas passa a ser de 92, contra os 87 atuais, segundo a metodologia RON. No caso da gasolina premium, as octanas sobem de 91 para 97.
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Segundo a diretora de Refino e Gás Natural da Petrobras, Anelise Lara, “a qualidade intrínseca da gasolina vai aumentar em termos de octanagem e massa específica, o que significa um combustível mais eficiente e com melhor proteção aos motores dos veículos”.
Apesar da melhoria, a quantidade de etanol na nova gasolina não mudará. Portanto, a comum segue com 27% de etanol e a premium, com 25%. Ainda assim, especialistas apontam até 4% de melhoria no rendimento dos motores. Isso significa que um carro que faz 10 km/l e tenha autonomia de 500 km atualmente, possa rodar, em média, 20 km a mais por tanque de combustível.
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