2008 híbrido: 3 razões para levar; 2 para repensar

O SUV compacto da Peugeot, o 2008 GT agora é um híbrido no documento. Veja se é o carro certo para você

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Evandro Enoshita
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- O Peugeot 2008 híbrido é a grande novidade da linha 2026 do SUV compacto;

- O visual e o fato de ser um híbrido no documento estão entre os pontos fortes do modelo da marca francesa;

- Por outro lado, o preço próximo aos de concorrentes híbridos plug-in e o pacote magro de assistentes inteligentes de direção podem pesar contra.

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Uma das novidades do segundo semestre na Peugeot foi o lançamento do 2008 híbrido. Aquele mesmo SUV  compacto que a gente já conhece há um tempo, mas com a novidade do sistema híbrido leve de 12 Volts no motor 1.0 turbo flex de 130 cv de potência.

    O conjunto motriz eletrificado está disponível apenas na versão topo de linha GT, de R$ 181.990. Mas será que isso afetou o poder de atração do modelo da marca francesa? Confira a seguir quais são os argumentos a favor e outros que podem fazer você mudar de ideia e olhar para a concorrência.

    Peugeot: assim como o hatch 208, o SUV 2008 passou a ter motorização híbrida leve
    O Peugeot 2008 é equipado com um motor 1.0 turbo flex de 130 cv de potência
    Crédito: Divulgação
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    2008 híbrido: 3 razões para comprar e 2 para passar

    Razões para comprar

    1. Visual

    Um dos grandes diferenciais competitivos do Peugeot 2008 é justamente o visual bem mais arrojado que o de boa parte dos SUVs compactos do mercado brasileiro.

    Além de ser um dos poucos produtos da gama atual da Stellantis que também é oferecido na Europa, o 2008 se beneficia dos elementos estéticos vindos dos modelos maiores da marca francesa, que fazem esse SUV parecer mais caro e sofisticado do que é.

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      Peugeot 2008 Hybrid 2026
      Por dentro e por fora, o 2008 agrada pelas linhas arrojadas
      Crédito: Divulgação
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      2. Visual interno

      Mesmo com aquele padrão de plásticos - rígidos - típico dos SUVs compactos produzidos aqui no Mercosul, o Peugeot 2008 entrega um painel com belas linhas, além de um chamativo painel digital configurável e com efeito 3D.

      Mas uma coisa que eu curto muito nos Peugeot 2008 é o layout chamado pela fábrica de i-Cockpit. Bem diferente do tradicional, é marcado pelo quadro de instrumentos que é visto por cima do volante.

      3. É híbrido no documento

      No uso normal, o sistema híbrido leve de 12 Volts impacta pouquíssimo no consumo de combustível do Peugeot 2008 GT, que registra médias (com gasolina) de 13,7 km/l (estrada) e de 13 km/l (cidade).

      O maior benefício está em ter o "híbrido" no documento. Dependendo do estado, isso pode garantir descontos ou até mesmo isenção do IPVA. Além de te livrar do rodízio de veículos na capital paulista.

      Peugeot 2008 Hybrid 2026
      Embora já tenha o "híbrido" no documento, o impacto da eletrificação é pequeno no consumo
      Crédito: Divulgação
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      Razões para passar

      1. É híbrido leve

      O sistema híbrido leve de 12 Volts está entre os mais simples tipos de eletrificação usados atualmente na indústria. Por isso mesmo, não dá para esperar que o Peugeot 2008 híbrido entregue números impressionantes de consumo.

      Por exatos R$ 8 mil a mais, você pode levar o híbrido plug-in BYD Song Pro. Um SUV maior - de porte médio -, que é equipado com um conjunto motriz de 223 cv de potência e pode rodar até 39 quilômetros no modo 100% elétrico.

      2. Não tem pacote ADAS 

      Esse é o pecado mais difícil de engolir no 2008 híbrido. Apesar do visual moderníssimo por dentro e por fora, o modelo não é equipado com um pacote ADAS completo mesmo na versão de topo de linha GT Hybrid.

      Se você faz questão de itens como frenagem autônoma e controlador adaptativo de velocidade - ambos ausentes no modelo da Peugeot -, uma opção é o Renault Boreal, modelo maior e equipado com um motor 1.3 turbo de 163 cv de potência. E que sai por R$ 179.990 na versão Evolution.

      Vida difícil: o 2008 híbrido concorre na mesma faixa de preço de modelos mais completos e com conjuntos motrizes mais econômicos
      Crédito: Divulgação
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