A moto parece familiar? Pois isso acontece por dois motivos: primeiro, lá se vão cinco anos que suas imagens circulam pelas redes sociais; segundo, porque lembra a MV Agusta Superveloce 800 e a Triumph Speed Triple RR, que revelamos aqui no WM1, em setembro do ano passado. Ambas já são modelos de produção.
Assim como a italiana e a inglesa, a Hawk 11 tem semi-carenagem dianteira tipo "torpedo", algum apelo retrô e forte pegada esportiva. Na moto conceitual, o banco é monoposto e há uma capa que cobre a área que seria destinada ao garupa. O escape é outra particularidade: sai do motor, passa por baixo da moto e "sobe" rumo à rabeta, onde a ponteira fica escondida. Na versão de produção é pouco provável que essa característica seja mantida.
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Outros detalhes notáveis na moto conceitual são as suspensões dianteiras invertidas, a traseira monochoque Öhlins, o para-lama traseiro que mais parece um para-barro grande posicionado quase que verticalmente e a balança traseira monobraço. Já o número "11" como sobrenome indica que o motor deverá ser o mesmo dos modelos CRF 1.100L Africa Twin, Rebel 1.100 e NT 1.100. É o bicilíndrico de 1.084 cm³, que na big trail rende 99,3 cv de potência a 7.500 rpm e torque de 10,5 kgf.m a 6.000 rpm.
Neste primeiro momento, a moto será destinada apenas ao mercado japonês. Mas certamente será vendida em países europeus, onde as cafe racers são muito apreciadas. Por outro lado, dificilmente chegará ao Brasil, onde essas motos são restritas a um nicho muito específico e de volume muito pequeno.
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