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Jaecoo 7 SHS tem forte arma contra rivais

Com mais modelos híbridos plug-in no Brasil, o gerenciamento térmico da bateria ganha importância

por Nicole Santana

Com a expansão dos híbridos plug-in no mercado brasileiro, a discussão sobre eficiência começa a ir além de consumo e da autonomia. Um tema que passa a ganhar relevância é o comportamento da bateria em diferentes temperaturas, especialmente em um país de clima predominantemente quente como o Brasil.


Em veículos híbridos plug-in, o gerenciamento térmico da bateria é fundamental para manter desempenho, eficiência energética e durabilidade do sistema elétrico. Calor excessivo, longos períodos de exposição ao sol, trânsito intenso e viagens prolongadas são situações comuns no uso real, e que botam esses sistemas à prova.


Por que a temperatura afeta a bateria de um híbrido plug-in

A bateria de um híbrido plug-in funciona dentro de uma faixa ideal de temperatura. Em ambientes frios, a atividade química diminui e pode limitar a entrega de energia. Já em condições de calor extremo, o desafio é evitar a perda de eficiência e o desgaste acelerado do sistema.

Em alguns modelos, a falta de um controle térmico mais avançado pode resultar em variação de desempenho, mudanças frequentes de modo de operação e impacto direto no consumo. Por isso, esse tipo de tecnologia tem se tornado um ponto cada vez mais relevante no desenvolvimento dos chamados modelos PHEV.


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O Jaecoo 7 SHS como exemplo de aplicação prática

Dentro desse contexto, o Jaecoo 7 SHS, SUV híbrido plug-in da Omoda & Jaecoo, tem um sistema de controle térmico da bateria projetado para operar entre -30 °C e 60 °C. Com esse recurso, mantém estabilidade mesmo em condições ambientais extremas.

A proposta é garantir que a bateria mantenha uma entrega de energia mais consistente tanto no frio quanto no calor, algo especialmente importante para mercados como o brasileiro, onde altas temperaturas fazem parte da rotina, mas onde também existem regiões com baixa temperaturas.



O impacto no uso diário do híbrido plug-in

Para o consumidor, um gerenciamento térmico eficiente da bateria influencia diretamente na experiência ao volante. Entre os principais efeitos estão os seguintes:


No Jaecoo 7 SHS, esse controle faz parte do Sistema Super Híbrido (SHS), que integra bateria, eletrônica e gerenciamento de energia para reduzir oscilações de funcionamento - comuns em alguns híbridos plug-in.


Autonomia em híbridos plug-in e infraestrutura

Outro ponto diretamente ligado ao controle térmico é a autonomia combinada. No caso do Jaecoo 7 SHS, o alcance pode ultrapassar 1.200 quilômetros, segundo a marca, o que o torna um híbrido plug-in preparado para longas distâncias e menor dependência de pontos de recarga.

Em um país onde a infraestrutura de recarga ainda é desigual, esse tipo de solução se torna relevante para quem busca a eletrificação.

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Uma tendência entre os SUVs híbridos plug-in

À medida que os SUVs híbridos plug-in ganham espaço no Brasil, o controle térmico da bateria tende a deixar de ser um diferencial e passar a ser um requisito básico. Mais do que lidar com frio extremo, o desafio local está no calor intenso, no trânsito pesado e no uso contínuo, exigindo sistemas mais robustos e eficientes.

Nesse cenário, o Jaecoo 7 SHS ajuda a ilustrar como as marcas estão adaptando seus híbridos plug-in para atender às condições reais de uso no mercado brasileiro.

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