A média diária de vendas, de 8.100 unidades, subiu quase 4% em relação a janeiro de 2025, resultado um pouco acima do que tanto Anfavea (mais 2,6%) quanto Fenabrave (mais 3%) prevêem para 2026. Assim, ao longo dos próximos meses deverá haver uma acomodação.
Os níveis de estoques subiram de 37 dias em dezembro para 57 dias em janeiro. No entanto, os veículos de fabricação nacional têm apenas 29 dias de estoque, enquanto os importados têm nada menos que 172 dias.
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Apesar dos acordos do Mercosul, a Argentina (13.400 veículos) perdeu pela primeira vez para a China (16.400 unidades) como principal fornecedor externo para o mercado brasileiro, em janeiro último. O vizinho do Sul recebe muito mais carros do Brasil do que enviou para cá. No caso da China nenhum carro brasileiro segue para lá, obviamente, mas as portas continuam abertas aqui para 14 marcas chinesas.
Essa situação de desequilíbrio começa a melhorar este ano, porém com índice de conteúdo local extremamente baixo. A GWM saiu na frente, mas a BYD vai mudar o cenário em 2026 (no início com unidades importadas semidesmontadas). Em janeiro, esta foi a repartição das vendas: gasolina, 3,8%; elétrico, 5,1%; híbrido, 6,7%; híbrido plugável, 5,1%; diesel, 11,7%; flex, 67,7%.
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