Uma das razões que levaram as marcas chinesas a crescer tanto foi a verticalização da produção, nunca bem vista pelos concorrentes ocidentais e em especial pelos sindicatos de metalúrgicos. Como não existem sindicatos na China e nem mesmo greves, a expansão foi bastante rápida.
Saiba mais:
Na Europa, há menos resistências e a produção de origem da China é aceita com algumas restrições. A BYD, por exemplo, acaba de pedir filiação à Associação dos Fabricantes Europeus de Automóveis (Acea, na sigla em francês). Não se sabe ainda se será acolhida, porque a entidade abriga marcas basicamente europeias.
Das marcas chinesas em Pequim, IA seleciona alguns destaques entre 181 estreias e 71 protótipos. Dos modelos com foco no mercado brasileiro (confirmados ou cotados) estão os seguintes:
- BYD Song Pro (facelift): nova linguagem Dragon Face, com lançamento aqui previsto para junho próximo.
- Arcfox T1: SUV compacto elétrico da BAIC, rival direto do BYD Dolphin.
- MG 4 Urban: hatch elétrico compacto.
- GWM Ora 5: SUV médio elétrico com foco em custo-benefício.
- IM Motors (Grupo SAIC): marca de elétricos de luxo a ser confirmada para o mercado brasileiro.
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