No caso, o veículo é baseado no Corolla atual, de décima geração, e traz autonomia de pelo menos 50 km no modo 100% elétrico, quando chegar às concessionárias locais, no ano que vem.
Desde 2017, a Toyota já oferecia naquele país o sedã em configuração híbrida convencional, que não requer recarga na tomada - as baterias são reabastecidas exclusivamente pela recuperação de frenagem e pelo próprio motor a combustão. O Prius é assim e o Corolla híbrido flex esperado para o Brasil também deverá ser, por trazer uma adaptação do trem de força do primeiro modelo, combinando propulsores 1.8 a gasolina com outro, elétrico.
A Toyota também apresentou em Pequim uma opção 100% movida a baterias do SUV compacto C-HR, porém não deu mais detalhes técnicos, como autonomia e desempenho (potência e torque).
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