Já os híbridos usados de todos os três tipos registraram -9,02%, redução de 0,77 ponto percentual em relação aos -9,79% de 2024. Os modelos com motor a combustão tiveram o melhor resultado: desvalorizaram 3,94%, contra 4,11%, no mesmo intervalo de comparação.
Segundo Eduardo Jurcevic, CEO do Webmotors, "o comportamento registrado pelo mercado automobilístico em 2025 indica uma maior confiança do consumidor e um cenário econômico mais favorável com relação ao ano de 2024. Houve melhora consistente nos índices. Destacaram-se os híbridos, que apresentaram patamar menor de desvalorização. Isso indica um interesse crescente dos consumidores e seu potencial de crescimento no País. Outras alternativas oferecem desafios de infraestrutura".
O executivo foi discreto, contudo os empecilhos citados referem-se às dificuldades de montar uma rede de postos de recarga em um país de dimensões continentais, a exemplo do Brasil. Sem essa infraestrutura nas estradas, que depende não apenas de viabilidade técnica, mas também econômica, fica difícil viajar despreocupado e sem surpresas desagradáveis como filas ou carregadores com falhas de manutenção. Esta é a explicação para desvalorização tão alta.
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