Entre as causas estão os preços persistentemente elevados, mesmo com a volta do subsídio de 5.000 dólares canadenses para os modelos 100% elétricos. Os preços sugeridos permanecem altos para muitas famílias de classe média, apesar de o país ter uma renda anual per capita robusta: US$ 56.000, cerca de cinco vezes maior que o Brasil.
Porém, outro fator que gerou insegurança foi a retirada de subsídios anteriores e isso desestimulou potenciais compradores. A flexibilização, por parte do governo canadense, das rígidas metas de vendas obrigatórias de veículos elétricos gerou sinais contraditórios tanto para os consumidores quanto para os fabricantes acerca de perspectivas de longo prazo.
Além disso, permanecem fatores desestimulantes. Estações de carregamento públicas são escassas, distribuídas de forma desigual e frequentemente pouco confiáveis, principalmente fora dos grandes centros urbanos. O alcance desvantajoso dos elétricos em viagens longas soma-se às questões relativas ao desempenho da bateria nos rigorosos invernos canadenses.
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