O Dolphin Mini “anabolizado” tem 4,20 metros de comprimento, 1,81 metro de largura e 1,57 metro de altura. A distância entre os eixos, no entanto, é o que mais chama a atenção: 2,65 metros – exatamente o mesmo entre-eixos do Volkswagen T-Cross e 150 milímetros superior à distância do Dolphin Mini vendido no Brasil.
Ainda de acordo com informações do site especializado no mercado chinês, o Great Seagull – ou “Dolphão Mini” – terá apenas um motor elétrico com 127 cv (95 kW) de potência máxima, e duas opções de bateria: 30 kWh ou 39,2 kWh com autonomia de 259 km (WLTP) e 340 km (WLTP), respectivamente.
No mercado chinês, o Dolphin Mini “bombado” chegará ainda este ano (2026) e ficará posicionado abaixo do BYD Dolphin e terá a missão de brigar diretamente com o Geely EX2 e também com o GAC Aion UT.
Até o momento, não há informações de que o BYD Great Seagull será vendido no Brasil.
BYD Dolphin Mini é o carro mais vendido do Brasil no varejo
Enquanto a BYD trabalha para lançar o Great Seagull ainda este ano e complicar a vida de EX2 e Aion UT por lá, aqui no Brasil o Dolphin Mini tem dado conta do recado contra os mesmos competidores.
De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), de janeiro a agosto 2026 o BYD Dolphin Mini é o carro mais vendido no varejo com 41.015 emplacamentos no período. Apenas como forma de comparação, o segundo colocado é o Hyundai Creta, com 34.060 novos licenciamentos.
O Dolphin Mini foi o primeiro carro elétrico a atingir a liderança de vendas em um mês no Brasil. Desde então, avançou no mercado e assumiu a primeira posição também no acumulado.
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