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34º Congresso Fenabrave: otimismo com o mercado

Projeções para fechamento do ano foram revistas para cima no evento da entidade, que reúne de 8.523 concessionários

Fernando Calmon
Fernando Calmon

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Foram três dias de análises, debates e previsões, encerrados no último dia 19 de agosto, de um dos setores mais importantes na economia brasileira. A Federação nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) representa 8.523 concessionárias de automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, tratores e implementos rodoviários.

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Concessionaria
ConcessionariaCrédito: Shutterstock

Os resultados de vendas têm surpreendido e as previsões do início do ano foram revistas para cima. Somente no segmento de autos e comerciais leves o crescimento foi de 18,7%: 1.726.644 unidades vendidas, contra 1.454.044 em 2025.

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Vendas
A Fenabrave projeta um crescimento de 8,8% nas vendas de veículos no Brasil, neste anoCrédito: Divulgação

Houve forte movimento de antecipação de compras no primeiro semestre por parte das locadoras. A previsão, agora, aponta para um avanço de 8,8% no fechamento do ano, ainda um bom resultado.

Arcélio dos Santos Júnior, presidente da entidade, lembrou que programas de incentivos governamentais ofereceram condições melhores de financiamento, mas já se esgotaram ou beneficiaram poucos novos compradores entre taxistas e carros de aplicativos por razões cadastrais.

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Do total de associadas, 1.380 concessionárias representam 15 marcas chinesas (até agora, sem contar a breve chegada da BAIC), 16,8% do total. Este rápido avanço provocou deflação nos preços dos carros novos e dos usados seminovos, devido ao
aumento da competição no setor.

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Carros importados: associadas da Abeifa registram aumento nas vendas
As marcas chinesas já respondem por 23% das vendas de automóveis no mercado brasileiroCrédito: Divulgação

“Isso faz parte do negócio e obrigou as marcas tradicionais no mercado a se movimentarem. A redução nos preços dos novos também se refletiu nos usados, que estão abaixo da tabela da Fipe. Mas o setor está reagindo bem a este novo desafio”, acrescentou.

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Escrito por Fernando Calmon

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