Seu Bolso 2 min. de leitura

Honda Civic Hybrid e Accord ficam mais caros

Híbridos, os dois sedãs da marca japonesa sofreram reajuste de até R$ 7.500 com a volta do imposto de importação

Evandro Enoshita
Evandro Enoshita

Patrocinado

Os Honda Civic Hybrid e Accord Hybrid começaram 2024 com novos preços. Os dois modelos – híbridos autocarregáveis -, foram impactados pela retomada do imposto de importação para veículos eletrificados.

3
Honda Civic Hybrid 9424
Honda Civic Hybrid 9424Crédito: Ricardo Rollo/Webmotors

O Civic Hybrid, que é trazido da Tailândia, agora é comercializado por R$ 265.900 – R$ 6.000 a mais que na tabela anterior. Única configuração disponível do três volumes de 11ª geração no mercado brasileiro, tem motor 2.0 a gasolina de 143 cv e dois propulsores elétricos, sendo um deles gerador e o outro motriz, de 184 cv.

3
Honda Civic Hybrid 9411
Honda Civic Hybrid 9411Crédito: Ricardo Rollo/Webmotors

Já o sedã grande Accord Hybrid é trazido dos Estados Unidos e agora sai por R$ 332.400. O reajuste foi de R$ 7.500 em cima do preço anterior, em vigor desde o lançamento do modelo por aqui, em outubro do ano passado. Com motor 2.0 aspirado de 146 cv, também tem dois motores elétricos, e o de tração também entrega 184 cv.

O Accord Hybrid é atualmente o segundo modelo mais caro da gama brasileira da Honda. Fica atrás apenas do esportivo Honda Civic Type R, que sai por R$ 429.900 e não teve alteração nos preços – justamente por não ser eletrificado.

3
Honda Accord Advanced Hybrid (4)
Honda Accord Advanced Hybrid (4)Crédito: Divulgação

Imposto de importação

A nova alíquota de importação para veículos elétricos, híbridos e híbridos plug-in entrou em vigor no dia 1º de janeiro.

Para os autocarregáveis, como o Civic Hybrid e o Accord Hybrid, o imposto é de 15%, passando para 25% já em julho deste ano e aumentando progressivamente até chegar a 35% em julho de 2026.

Segundo o Governo Federal, a medida, que também vale para placas solares, visa custear dois programas também ligados à mobilidade: o MOVER e o “Programa de Depreciação Acelerada”.

Vídeo relacionado


Tags

Evandro Enoshita

Escrito por Evandro Enoshita

Repórter, WM1

Mais artigos do autor

Notícias relacionadas