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Ficou sem carga na bateria? Aprenda como resolver

Em situações de emergência, a famosa 'chupeta' te ajuda a sair da enrascada, mas é preciso ter cuidados

Redação WM1
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A cena é comum: a bateria do veículo fica descarregada e você, com o carro parado. Nessas situações, muitos já apelaram para a famosa “chupeta”, que nada mais é que utilizar cabos específicos para conectar a bateria sem carga à de outro veículo, carregada, para dar a partida no motor e poder rodar novamente.

SAIBA MAIS

Não erre na hora de trocar a bateria do seu carro

O procedimento, tecnicamente chamado de transferência de carga, só deve ser adotado em situações de emergência, recomenda a Heliar, fabricante do componente. Também é preciso fazer tudo de forma correta, a fim de evitar o superaquecimento dos cabos ou acidentes.

Vale destacar que, além da transferência de carga de um veículo para outro, também dá para investir em um auxiliar de partida, que provê a carga extra para fazer o motor funcionar e iniciar a recarga da bateria por meio do alternador. Confira dicas gerais para não errar na “chupeta”.

Dicas

1 – Utilize cabos para transferência de carga de boa qualidade, a fim de evitar superaquecimentos e proporcionar uma recarga eficiente.

2 – Com o cabo específico (na verdade, é um conjunto de dois cabos), conecte primeiramente os polos positivos das duas baterias.

3 – Em seguida, preferencialmente conecte os polos negativos de cada bateria. Se não for possível., conecte o cabo a um ponto de aterramento, que pode ser a carcaça do motor.

4 – Depois de feitas as conexões, aguarde cerca de 5 minutos para que a bateria “arriada” receba carga suficiente da bateria em boas condições antes de dar a partida. Isso previne aquecimento excessivo do cabo de “chupeta” ou cabo auxiliar. Somente depois disso dê a partida no motor do carro que estava com a bateria sem carga.

5 – Após ligar o motor, aguarde alguns instantes até que a rotação estabilize. Chega então a hora de desconectar os cabos – renova primeiramente dos terminais (polos) negativos e depois os positivos.


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Escrito por Redação WM1

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