Volkswagen Polo Track: as primeiras impressões
Com roupagem exclusiva, o novo hatch da marca preserva qualidades dos irmãos mais caros e agrada pelo custo-benefício
Patrocinado
O Polo Track
Por fora
Com a mesma estrutura das versões mais caras, o Polo Track tem um visual exclusivo. Começando pela dianteira com faróis halógenos no lugar do conjunto de LED visto no restante da linha, além de para-choques redesenhados para dar um ar mais aventureiro e condizente com o “Track” do seu nome. Em busca de um Volkswagen Polo? Confira as opções disponíveis no estoque da Webmotors!


Interior e equipamentos
Apesar da proposta de despojado, o Polo Track repete, basicamente, o visual da versão MPI, com um interior marcados pelos plásticos rígidos (embora com variação de texturas) e os mesmos bancos com apoio de cabeça integrado (mas com forração exclusiva). O quadro de instrumentos combina instrumentos analógicos com uma tela digital que exibe as informações do computador de bordo. Item que junto do rádio Media Plus II e do volante multifuncional fazem parte da lista de opcionais do modelo.


Ao volante
O Polo Track tem como única opção de motorização o 1.0 MPI de 84 cv de 10,3 kgf.m a 3 mil rpm, combinado com o câmbio manual de cinco marchas. Com esse conjunto, o hatch vai a 169 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em 13,4 segundos. Em consumo, segundo os números oficiais do Inmetro, o Track registra médias com gasolina de 15 km/l (estrada) e 13,5 km/l (cidade). Com etanol, o consumo médio é de 10,5 km/l (estrada) e 9,3 km/l (cidade). Na comparação com o Polo MPI, o Track é 16 quilos mais leve (1.054 quilos) e repete a configuração do conjunto McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira, mas com novos amortecedores. Tivemos a oportunidade de testar o Polo Track em um percurso entre a capital paulista e a cidade de São Bento do Sapucaí (SP). Um trajeto de ida e volta de cerca de 400 quilômetros em que rodamos por vários tipos de piso e até enfrentando ladeiras para lá de íngremes (e com o ar-condicionado ligado 100% do tempo). A direção precisa e o conjunto de suspensão que segura bem a carroceria em curvas e absorve os impactos dos pisos irregulares com competência – características que são destaques dessa geração atual do Polo – estão presentes também nesse Track, que é um carro bem gostoso de guiar. Já o motor de três cilindros deixa bem claro que a estrada não é o seu lugar favorito, apesar dos bons números de desempenho para um 1.0 aspirado. É preciso manter o propulsor girando por volta de 3.000 rpm para extrair o melhor rendimento do conjunto. Por outro lado, o câmbio tem engates leves e precisos. Algo que não é exatamente uma novidade em um carro da Volkswagen. Outro ponto que chama a atenção neste Polo é o bom isolamento acústico: só se ouve o ronco do motor 1.0 realmente invadir a cabine acima de 4 mil rpm.
Polo Track e os concorrentes
O Volkswagen Polo Track chega ao mercado a partir de R$ 79.990. Nessa mesma faixa de preços, estão disponíveis como concorrentes diretos o Hyundai HB20 Sense (R$ 79.490), o Citroën C3 1.0 Live Pack (R$ 77.990), e o Fiat Argo 1.0 (R$ 78.590). Pouco acima está o Chevrolet Onix 1.0 (R$ 82.490). Com as mesmas qualidades dos Polo mais caros, embora com uma lista de equipamentos mais enxuta em itens de conforto, o Track é uma opção adequada principalmente para quem precisa de um carro zero quilômetro para o uso diário na cidade, mas não quer ou não pode investir em modelos mais sofisticados. Quer saber mais informações sobre o carro que deseja comprar? Clique aqui e acesse o Catálogo da Webmotors.