Outras especificações importantes são o câmbio CVT, as suspensões com bons 11 cm de curso nos tubos convencionais dianteiros e melhores ainda 13,5 cm de curso no bichoque traseiro, os pneus de uso misto nas medidas 120/70 R15 na frente e 140/70 R14 atrás, os dois freios a disco com ABS e o controle de tração desligável.
Com 2,18 metros de comprimento, 1,51 metro de entre-eixos, 81 cm de largura e 1,32 metro de altura, o ADXTG 300 pesa 188 quilos, tem 15 cm de altura mínima do solo e banco a 79 cm do solo. Para completar, embaixo do banco o modelo leva 35 litros de bagagens e o tanque pega 16 litros de combustível, o que proporciona uma ótima autonomia - é o segundo maior entre os scooters vendidos no mercado brasileiro.
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O design do scooter é muito bacana. Tem agressividade e imponência nas medidas certas, sem excessos ou invencionices desnecessárias. O farol duplo, os piscas embutidos e lanterna com seções bem destacadas são full-LED. O para-brisa recortado e fumê confere alguma sofisticação. Chave presencial e tomadinhas USB-A e USB-C são de série.
O painel é uma tela de TFT colorida de sete polegadas com fundo "night and day". Tem três modos de exibição, toas bem bonitas. Informa o necessário, mas não tem conectividade e nem funções afins. O nome cheio de letrinhas do scooter tem dois significados: "ADX" vem de "adventure cross country", que indicaria proposta de uso misto. Já o "TG" vem de Tiger, "tigre" em inglês, para justificar as linhas agressivas.
A SYM diz que o ADXTG 300 tem "DNA crossover". Ou seja, permite a prática de off-road, ainda que de leve. Em breve contaremos, aqui, se o modelo dá conta disso, mesmo. O ADXTG 300 chegará às concessionárias no dia 10 de agosto. O preço público sugerido é R$ 32.990, já com frete incluso. A garantia é de três anos.
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