Quem anda pesquisando motos e motonetas para comprar e usar na mobilidade urbana - e, com isso, largar o trem, o metrô e/ou o ônibus - deve ficar de olho no consumo dos modelos que está cogitando. Afinal de contas, esse é um critério importante para quem vai investir em um veículo de duas rodas para uso no dia a dia.
No mundo real, contudo, consumo não é exatamente um problema quando falamos de motos ou motonetas vendidos atualmente no Brasil. Os modelos atuais são bem eficientes e têm no baixo consumo de combustível uma grande virtude.
Os modelos mais conhecidos e/ou vendidos no mercado brasileiro fazem pelo menos 35 km/l. Então quem roda 70 quilômetros por dia, por exemplo, vai gastar menos de R$ 12 para ir e voltar do trabalho - arredondando "para cima" o preço do litro da gasolina para R$ 6.
Ou seja, uma diferença mínima para duas passagens - uma de ida e uma de volta - no metrô, trem ou ônibus em São Paulo. A tarifa dos dois primeiros passaram, agora em janeiro, de R$ 5,20 para R$ 5,40 (duas passagens, R$ 10,80). E o ônibus foi de R$ 5 ara R$ 5,30 (duas passagens, R$ 10,60).
A diferença de cerca de R$ 2 a cada dia (também arredondando "para cima") vira R$ 44 no final de um mês "cheio", com 22 dias úteis. Mas, acredite: vale a pena - além de deixar de usar transportes coletivos lentos e/ou cheios e/ou demorados, o usuário vai descobrir uma praticidade inquestionável.
Por exemplo, sairá de casa mais tarde e chegará no trabalho mais cedo. E, na volta, chegará em casa bem mais cedo. Além disso não precisará andar até o ponto de ônibus ou até a estação de metrô ou de trem. São ganhos na qualidade de vida.
E tudo isso usando como exemplo uma moto ou motoneta que faz 35 km/l. Pois saiba que existem modelos que vão bem além disso, superando os 50 km/l e até batendo nos 60 km/l.
Para ajudar o caro leitor a escolher, mostramos aqui uma lista com o consumo de 20 dos modelos mais vendidos e/ou conhecidos no mercado brasileiro. Variam bastante em marca, design e desempenho, mas têm em comum o consumo de combustível inquestionavelmente baixo. Ah, não incluímos modelos com motor abaixo de 110 cm³, pois já não são indicados no uso urbano de grandes cidades devido ao desempenho limitado.
Além disso, mostramos também os preços públicos sugeridos de cada uma - que podem não ser exatamente os praticados nas concessionárias, então é sempre bom pesquisar.
Outro lembrete importante: de maneira geral as fabricantes não divulgam dados de consumo de motos ou motonetas, sob o argumento de que podem variar bastante de acordo com a pilotagem e com as condições de rodagem - o que é verdade. Então os índices abaixo vêm de várias fontes - Imnetro, Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) e, eventualmente, até das próprias fabricantes.
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